Só pra entender...
Hoje mais importante que entender é sorrir,
Mais importante que viver é sobreviver,
Reconstruir a casa do que sobrou:
Pedra, madeira, poeira.
Só pra entender...
Hoje mais importante que saber é perguntar,
Mais importante que cantar é desafinar...
O poema veio pelo avesso
O poeta já começou pelo fim...
Só pra entender...
Hoje mais importante que o sol é saber se vai chover,
Mais importante que a chuva é o que guarda a chuva...
O que vem depois se o Sol se pôs,
Ou se ainda é verão...
Só pra entender...
Hoje mais importante que competir é ganhar,
Mais importante que defender é se esquivar...
sair ileso, ser sempre o mesmo na arte de se reinventar,
Poder ser salvo e não ter de salvar...
Só pra entender...
Hoje mais importante que a beleza do salto é o perigo da queda
O paraquedas não abril...
Não era 1º de Abril...
Só um salto suicida, acrobata, azas perdidas
Só pra entender...
só pra entender...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Tempo de se perder
... É tempo de se perder...
Me perco em mim...
Minha solidão sem fim.
Verso, anverso, verso que não quis vir.
Estrela cadente,
Outra não quís cair.
Ao longe teu mundo,
Distante do meu,
Sonhos profundos
Momento de adeus
Razão existe para quem não ama
Prefiro sofrer a viver triste.
Me perco em mim...
Minha solidão sem fim.
Verso, anverso, verso que não quis vir.
Estrela cadente,
Outra não quís cair.
Ao longe teu mundo,
Distante do meu,
Sonhos profundos
Momento de adeus
Razão existe para quem não ama
Prefiro sofrer a viver triste.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Intimista.
Revoluções tecnológicas, radicais de direita, radicais de esquerda e a velha galera do deixa disso. Coisas que eu não sei como me dar, ou seria lhe dar? Engraçado que sigo com a minha mania de ouvir música no escuro, como se o visual não me importasse, talvez importe, mas o filme é mudo.
Genial, digital, animal, intimista, coisa e tal... Muito pouca coisa tem feito sentido nos últimos tempos, bem verdade, que nada faz sentido na relatividade, confuso? sim! porém verdade. Mas não sei ser comercial, não sei escrever, sem cortar, sem errar, sem assassinar a gramática... pouca técnica, muito amador... aquele que ama dor... não sei... sigo sem saber, o importante é viver e seguir, uma mescla de segurar e ir, se ater ao que insiste em partir.
No meu íntimo, escrevo como quem anda em círculos, liderando o famoso "exército de um homem só" título do livro que H.G cantou, pouca genialidade? eu diria muita. Não se faz uma omelete sem quebrar os ovos! certamente não são os ovos que sustentam esse discurso. falando em ovos e omelete, me veio a fome e com ela os famintos, quem se importa com os invísíveis. o visual é importante, e o filme? é mudo? Capitalismo, socialismo, anarquismo? quem sustenta do discurso? certamente todo discurso tem seu lado fascista, tenta se impor de maneira imperativa. inclusive este. Agora repetindo de maneira repetitiva e com a consciência da redundância, fazendo o leitor ler em circulos, cito novamente H.G "Ouça o que eu digo, não ouça ninguem".
(Risos!) grande besteira tudo isso, essa maneira pretenciosa de dizer toda a verdade, que sempre acaba debaixo do tapete, quem quer saber o que eu acho que é verdade? Ninguem! talvez. insisto em dar respostas as minhas perguntas, como num jogo de xadrez solitário, entrego os peões procurando encurralar o rei. O que eu sei sobre xadrez? não muito! jogo mal... mas e daí, não se pode ser bom em tudo, aliás se é realmente muito bom em muito pouca coisa, se é que você me entende... Entende? foi o que pensei...
Intimista, anarquista, surreal, realidade paralela, país tropical... minha música distorcida, mas nem guitarra sei tocar, tenho tocado tão pouca coisa, tenho medo de quebrar, tudo tão delicado, acho melhor escrever, mas ninguem que entra no jogo, consegue excluir o medo de perder.,
Infinito intimisma, por vezes minimalista... mas preste bem atenção ser minimalista às vezes nos faz perder a dimensão, O muito grande e o muito pequeno, tanto faz... ambos são difíceis de mensurar. Maximizando emoções, minimizando reações, frequentes decepções com os radicais de direita, com os radicais de esquerda, mas principalmente com a galera do deixa disso, deixa pra depois, deixa pra lá, se o filme é mudo o importante mesmo é enxergar. Mas se for audio visual? ahh ... não quero pensar. Não faz sentido fazer sentido! se é que você me entende... Entende? foi o que pensei...
ATT Leo Rocha
Genial, digital, animal, intimista, coisa e tal... Muito pouca coisa tem feito sentido nos últimos tempos, bem verdade, que nada faz sentido na relatividade, confuso? sim! porém verdade. Mas não sei ser comercial, não sei escrever, sem cortar, sem errar, sem assassinar a gramática... pouca técnica, muito amador... aquele que ama dor... não sei... sigo sem saber, o importante é viver e seguir, uma mescla de segurar e ir, se ater ao que insiste em partir.
No meu íntimo, escrevo como quem anda em círculos, liderando o famoso "exército de um homem só" título do livro que H.G cantou, pouca genialidade? eu diria muita. Não se faz uma omelete sem quebrar os ovos! certamente não são os ovos que sustentam esse discurso. falando em ovos e omelete, me veio a fome e com ela os famintos, quem se importa com os invísíveis. o visual é importante, e o filme? é mudo? Capitalismo, socialismo, anarquismo? quem sustenta do discurso? certamente todo discurso tem seu lado fascista, tenta se impor de maneira imperativa. inclusive este. Agora repetindo de maneira repetitiva e com a consciência da redundância, fazendo o leitor ler em circulos, cito novamente H.G "Ouça o que eu digo, não ouça ninguem".
(Risos!) grande besteira tudo isso, essa maneira pretenciosa de dizer toda a verdade, que sempre acaba debaixo do tapete, quem quer saber o que eu acho que é verdade? Ninguem! talvez. insisto em dar respostas as minhas perguntas, como num jogo de xadrez solitário, entrego os peões procurando encurralar o rei. O que eu sei sobre xadrez? não muito! jogo mal... mas e daí, não se pode ser bom em tudo, aliás se é realmente muito bom em muito pouca coisa, se é que você me entende... Entende? foi o que pensei...
Intimista, anarquista, surreal, realidade paralela, país tropical... minha música distorcida, mas nem guitarra sei tocar, tenho tocado tão pouca coisa, tenho medo de quebrar, tudo tão delicado, acho melhor escrever, mas ninguem que entra no jogo, consegue excluir o medo de perder.,
Infinito intimisma, por vezes minimalista... mas preste bem atenção ser minimalista às vezes nos faz perder a dimensão, O muito grande e o muito pequeno, tanto faz... ambos são difíceis de mensurar. Maximizando emoções, minimizando reações, frequentes decepções com os radicais de direita, com os radicais de esquerda, mas principalmente com a galera do deixa disso, deixa pra depois, deixa pra lá, se o filme é mudo o importante mesmo é enxergar. Mas se for audio visual? ahh ... não quero pensar. Não faz sentido fazer sentido! se é que você me entende... Entende? foi o que pensei...
ATT Leo Rocha
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