sexta-feira, 29 de abril de 2011

Amo-te

"Em algum lugar do tempo, nós ainda estamos juntos"
                                              ( Biquini Cavadão)


Amo-te como nunca acreditei que fosse possível amar.
Todos os minutos, todos os dias, meses e anos.
Pelos séculos ao decorrer da minha vida,
Pelas vidas durante a eternidade.
Amo-te nos poemas mais lindos...
Em todas as cartas de amor “ridículas”,
Tão bem escritas, mas que nunca tive coragem de enviar.
Amo-te no vento frio que me faz tremer,
Nas minhas solitárias e insones madrugadas.
Amo-te nos meus dias mais tristes.
Amo teus olhos, tua boca, teu jeito.
Amo tua alma... Que está entrelaçada a minha.
És o sonho nas noites de verão.
És a terra além do infindo azul do mar.
Em meio a tempestade me toma em teus braços, e ali,
Sou menino indefeso sobre teus carinhos.
És meu porto seguro,
És a vida em mim.
Amo-te em silêncio, no vazio de meu quarto,
Nos meus textos ainda inacabados,
Nas rosas que de tão belas se despetálam ao final da primavera,
E de vermelhas desfalecem pálidas com inveja de ti
Amo-te nas minhas orações a Deus.
Em tudo que existe, no que se foi, no porvir,
Em tudo  amo-te.
Venero este amor, e tudo de bom que me traz a tona.


Att Leo Rocha

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Não te ter...

Vêm de encontro a mim o vento...
Os medos entram sem pedir licença,
Então é noite e no céu a lua...
Lua de quadras e formas
E tua boca nua...
Tua boca de desejos
Por vezes de silêncio
Inocentes meus olhos te fitam...
Te observam tristes
Cobiçando o que não se pode ter
Mas te olho com  olhos de ladrão
De quem quer te roubar a todo instante
E todo instante é eterno quando não te roubo
Quando não te tenho e não te guardo...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Poema dedicado.

As vezes o que há é um segundo de exitação
Capaz de de transformar o amor de uma vida
Num beijo não dado e esquecido
As vezes o que há é o medo e a escuridão
E tudo que gravita em torno de mim,
O que me atrai e o que se afasta
É meu universo em expansão
Tudo a minha volta é tênue e sereno...
Corpos que imagino tomam forma
Passaros migram para os trópicos...
Quisera eu poder buscar meus verões
Longe de teus braços....
Que sá, alçar vôos para países distantes...
Há idéias...
Sonhos que despencam como cometas
Cometas que galopam o universo,
Meu universo frio em expansão...
Meu pequeno quarto, inundado de minha imensurável solidão...
Estrelas cadentes...
Quisera eu despencar do além de maneira tão bela
Mas sou cavaleiro em noites eternas,
Meu universo de delírio em expansão...
O tempo...
Desfaz e espalha pessoas
feito poeira ao vento...
Algumas vezes passa rápido, n'outras é lento
Quisera eu ser como certos desejos,
Que se escondem em nós e não envelhecem
Meu universo jovem em constante formação.
Passaros migram, astros caem do infinito, estrelas nascem, outras morrem, o tempo escorre, pessoas sofrem, mãos me acenam quando partem, E Todos partem um dia...

Att Leo Rocha.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

cada poema é uma flor

Cada poema é uma flor,
não lhe mando flores ao acaso,
são flores que nasceram de mim
ou do jardim alheio que gostaria de ter plantado,
por isso sinta-os com carinho,
foram cuidadosamente colhidas...
ainda molhadas de orvalho...
( Leo Rocha )

Ao som dos tambores

" o que as paredes pichadas tem pra me dizer, o que os muros sociais tem pra me contar, porque aprendemos tão cedo a rezar, porque tantas seitas tem aqui o seu lugar"

                                                                                             ( O Rappa )






Minha poesia vem a mim ritmada, marcada. 
Como marchas de soldados valentes
Quando estão frente a massacrar os inocentes
Minha poesia é negra e astuta
Como eram velhas escravas,
Como são as novas putas
Recebo o poema como quem recebe uma ordem
Como o cristo recebeu a cruz,
Depois foi lhe dada a morte.
Meu verso é escuro, pichado, rabiscado no muro

Mas ainda assim, minha poesia é vida
Faz-me renascer em mim a cada verso que morro
Milagrosamente nasço n'outro
Porque minha poesia:
É salvação dos tolos


( L. ROcha )

Mensagem de aniversário

Enfim, durante meus vinte anos de "boy" nunca fui homem de meias palavras, tão pouco de festas e natais. O motivo? Bem... Festas e natais me deprimem, são épocas em que você encontra-se com todos os conhecidos que não lhe conhecem realmente e logo a comparação é inevitável. Sou levado a pensar em minha vida e esse é um hábito que evito cultivar, porque d'entre o infinito de escolhas que não fiz corro o risco de ficar obcecado pelos caminhos que não percorri.
Não canto, não danço, tão pouco sou aluno brilhante, fui bom filho e escrevo razoavelmente bem. Ao longo de minha vida a regularidade foi minha marca registrada, o que não vejo como mau negócio. No entanto, antes que comece a despertar o seu sentimento de pena, aviso que sofro de um grande problema: A auto-estima elevada e diria até, que de uma pitada de egoísmo. Afinal, poderia está escrevendo algo mais produtivo, mas prefiro perder tempo falando de mim.
Mesmo sem nenhuma qualidade gritante, pelos problemas já supracitados, sou levado a acreditar que estou acima de qualquer limite, capaz de realizar qualquer coisa. Confesso que, no momento, não disponho de uma fantasia legal como as usadas pelos Super-Heróis, com capa e a sunga por cima do colan, Exibindo toda a masculinidade e erotismo próprios da indústria capitalista de meados do século XX. Posso dizer que sou muito mais para a identidade pública dos Super-Heróis.
Não me causa surpresa alguma, o homem aranha parar um trem desgovernado salvando centenas de vidas, pelo simples fatos dele dispor de uma força sobrenatural e teias resistentes, também não é difícil o Super-Homem salvar a mocinha quando ela está caindo do prédio em chamas, o " cara" tem tudo! Essa regra serve para quase todos os fantásticos.

 Mas fantástico mesmo, é o Peter Parker, ser aluno brilhante na faculdade, pagar as contas com um "salário de miséria", o qual ela recebe pelas fotos do homem Aranha e como se isso não fosse ruim o bastante, ele ainda disputa o amor da Mary Jane com um milionário, que ainda por cima, é seu melhor amigo. É... Isso deve ser bem mais difícil que salvar New York dos malfeitores.
Se já é difícil pessoas extraordinárias lidarem com problemas comuns, imaginem o contrário. Nós que temos de nos proteger da violência urbana sem sermos a prova de bala e conquistar nossas mulheres sem nenhum daqueles truques legais. Além de nos salvar, o que já é, sem dúvida muito difícil, ainda arrumamos tempo para salvar o mundo, para tanto só basta economizar água, cuidar das florestas, não poluirmos tanto, ir ao trabalho de bicicleta quando possível, ajudar uma ONG, ajudar o próximo, etc... Não precisamos de fantasia e super-poderes para sermos heróicos, só precisamos ser mais HUMANOS.


By LEO.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Confissão

Linda, e eu me sinto enfeitiçado
Menina bonita,
O seu olhar é simplesmente lindo
Mas Também não diz mais nada
E então quero amar você
E depois, ir embora
Sem saber o porque...
               (Rita Lee) Adaptado



Não há no mundo mistério indesvendável ou beleza que não se acabe ao bel prazer do tempo. E depois o que teremos? Nossos lençóis sujos de amor, meus braços sempre em volta de teu corpo, minha mão na caçada frenética pelo teu prazer, tua boca insaciável na esperança de um beijo eterno.
Quando todas as cortinas se fecham, e não há mais magia, nem truques, ainda ficarão gravados em nós, aqueles olhares que esperamos e foram desviados, as mãos estendidas e sem respostas, como também, estarão em nós, nossos olhares trocados em noites perfeitas, nossas mãos erguidas em busca da outra...
Serão sempre teus os versos meus e os que roubei cuidadosamente para ti, serão sempre minhas aquelas tardes escondidas e aquela dor... E assim caminharemos para os horizontes incertos, mas iremos lado a lado... E assim navegarei por teus olhos e atracarei em teus braços,  não me esquecerei de ti nem nas maiores tormentas, em teu colo farei ninho.
Nem beirando a loucura, nem a morte procurarei o futuro que não seja ao teu lado... Ao observar na noite escura os astros flamejantes, lembrar-me-ei sempre de teus olhos na penumbra de meu quarto... Porque foi a ti que escolhi e sofri por escolher, por ti sangrei e vivi, e procurei em diversos lugares, onde tu não estavas, mas tu vieste a mim como um verso vem ao poeta, rápido e certeiro... Confesso, a ti confiei minha vida e meus segredos.

( Leo Rocha )

casa

"Teu nome está perdido em alguma gaveta perfumada de passado"
                                                          ( Ferreira Gullar) Adaptado





As vezes a gente quer voltar pra casa e não falar nada. tem dias que dá vontade de descobrir a máquina do tempo e deixar o corpo ir, se perder em algum lugar no meio da nossa história... Tenho saudade dos meus amigos, da época bonita que vivemos, tenho saudade de como eu era naquele tempo.
As vezes a gente quer voltar pra casa pra se sentir seguro, dormir nos mesmos lençóis limpos, sentir o mesmo cheiro de paz...
As vezes a gente dorme de janela aberta, na esperança que adentre um anjo vestido de luz, que nos ajude a mudar as coisas. È bom pensar que construímos nossos castelos a base de sonhos.
As vezes gente quer voltar pra casa porque acha que é lá que vamos encontrar alguma coisa pura que perdemos.
Às vezes a gente quer voltar pra casa pra sentar e chorar nossos mortos sós, deixar as idéias levitarem em torno de nós.


Att Leo Rocha

sábado, 16 de abril de 2011

Menina

solidão, a noite sobre mim é densa...
ao longe estrelas, ao longe você...
tu que és brilho onde sou só treva
você sorriu, eu não sabia...
mas naquele momento nada mais me importava...
não me importava por exemplo
como se ergueram e permaneceram as piramedes
porque meu amor que nascia, resistiria mais...
menos ainda queria saber de coisa mais bela que teu sorriso
tal coisa não exitia ainda em meu mundo,
e todas as mazelas do mundo encontraram alento
em teu sorriso de paz...
voecê sorriu e eu não sabia o que fazer,
não lembrava quantas mulheres haviam amanhecido em minha cama,
 foi sempre só você
você que anda longe...
se escondes de mim
me dá teu sorriso de presente
põe ele no céu, onde Deus pois o arco-iris
para que minha solidão não me doa tanto...
menina...

Att leo Rocha

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A arma

                                                      


 "... Não é a consciência do homem que determina sua classe social,mas sua classe social que determina sua consciência..."
                                                                                               
                         ( Marx )







Às vezes sou saudade, em despedidas constantes...
n'outras apenas solidão.
Há sempre dias de felicidades oscilando dentro do caos...
e o que me resta??
 É a cadeira na varanda, as tardes nas redes...
um quarto cheio de memórias...
estamos sós, e há muito estamos,
mas não percebíamos,
agora a noite nos revela os segredos dos sonhos,
que de tão apressados não percebemos...
como um corte que não sangra, a dor nos surpreende,
como as perdas em vida se deram de maneira diferente
o que me resta?
Um livro empoeirado na estante,
rosas pálidas, um dia incerto em meio a toda vida
de onde virá a salvação ?
dos que crêem...?
Da cruz que carregamos todos os dias
Dos dias de luta e de glória,
mas a ordem é sempre a mesma,
não há tempo pra poesia,
o massacre é inevitável,
de que lado da arma você quer estar?


( Leo ROcha )

ler-te

Ler-te com meu toque trêmulo e mãos frias...
com a boca ansiosa e de olhos fechados
ler-te inocentemente como uma velha canção amiga
como verso simples poesia em prosa...
ler-te como uma estrela a se acender no meio da treva,
como um corpo a despencar para o infinito,
ler-te, como se lê um quadro abstrato
de formas estranhas sem procurar o significado, só a essência,
ler-te como fazem os cegos...
como um último dia apenas ler-te...


Att: leo Rocha

carta

Sinto que um dia te escreverei de longe, de uma ilha perdida no meio do pacífico sul ou num país distante, talvez Bali, Beirute, Botsuana. Talvez faça frio enquanto escrevo,  ouvirei as gotas de chuva da nova estação e as janelas batendo, mas se for primavera lhe escreverei debaixo de uma arvore frondosa num dia florido. O certo é que ao escrever, suspirarei de saudade dos teus lindos olhos, de todo o nosso tempo junto. Nesse dia, desejarei morrer com a esperança de fiquemos juntos... Um dia você precisará de alguém, será uma época difícil e se lembrará de mim, e desejará que eu simplesmente apareça, para lhe dar um abraço, pode ser que eu volte ou pode ser que não,  em ambas as hipóteses, sentira conforto em saber que existe alguém no mundo Inteiro que pode lhe oferecer paz, reviraremos noites inteiras pensando um no outro, fitaremos as mesmas estrelas de lugares distintos, assistiremos os mesmos programas e pensaremos em quando fazíamos tudo aquilo juntos...


 att Leo Rocha

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Outra vida

Espero que n'outra vida não ame tanto, mas que ame eternamente uma mulher. Quero encontrá-la em qualquer hora de qualquer dia, em qualquer lugar. Só que terá de ser amor à primeira vista, para que antes que eu feche meus olhos e a morte me venha como fato trágico e certo, conseqüência fatal da vida, seja ela também a minha última vista. E na hora triste do meu fim, segurarei as suas mãos geladas e trêmulas e lhe direi juras de amor eterno, enquanto lembrar-me-ei de nossos dias glamurosos e o quanto fomos felizes, dos lugares que conhecemos juntos, das manias, conversas, momentos que são só nosso e serão tudo que sobrará depois que eu me for. Então, olharei profundamente no mar fundo de seus lindos e indescritíveis olhos  e recostarei o corpo frágil sobre seu colo, balbuciaremos juntos nossas últimas palavras e com uma jura incompleta emudecerei, em sono eterno.
Quero nascer e não enxergar problema algum em conviver comigo; sonhar muito, mas realizar mais; que tenha poucos amigos, porém verdadeiros e bons; quero noites de sono tranqüilo, no lugar das minhas incontáveis noites em claro; dias de chuva para que possa assistir a bons filmes debaixo do cobertor, tomando chocolate quente, e dias de Sol para que possa caminhar sozinho na areia da praia sentindo o mar beijar os meus pés, pensando no quanto eu sou feliz; quero ter uma festa de aniversário inesquecível aos dezoito, mas num sábado qualquer da vida quero dançar só em casa, descalço e no silêncio da sala quero curtir um pouco a minha loucura; ter dinheiro, mas só o suficiente; um conversível preto; um sítio longe de tudo onde eu possa descansar,plantar uma arvore, escrever um livro sobre quem fui e como me tornei o que sou, um lugar tranqüilo onde possa levar o meu filho para cavalgar nas férias de junho; um cachorro chamado Bob; entender de filosofia e religião; quero tocar um Rock'In Roll numa velha guitarra de adolescência aos quarenta, colocar brinco nos cinqüenta e fazer a primeira tatuagem aos sessenta, mostrar pra todo mundo que toda idade é pra ser feliz; Passar mais tempo realizando do que planejando; lançar moda que nem o Elvis; quero aquele gol aos quarenta e cinco do segundo tempo com a torcida indo a loucura, mas que nessa vida ficou só no quase; ir ao teatro; recitar Shakespeare; fazer cinema amador; passear de barco; perder o medo de avião; um domingo legal; quero que a África seja a nova potência do mundo, e sem rancor ensine-nos a como sorrir na dificuldade; que a fé una e não separe; quero deitar numa grama verde e lembrar da infância, quando ela já tiver passado; conseguir dizer a minha mãe o quanto eu a amo e ao meu pai como eu queria ser o homem que ele foi; tomar um porre na sexta depois do trabalho, fazer amor em vez de sexo, e as vezes sexo em vez de amor... Espero que n'outra vida envie as cartas de amor que vier a escrever, mesmo as manchadas de lágrimas, as mais belas; encontrar pessoas dessa vida, aquele cara que era legal mas nem conheci direito, aquela menina dos tempos de faculdade que não sei porque não me sai da memória; quero sorrir de felicidade; chorar de emoção; quero SER MAIS, porque de todas as conjugações possíveis do verbo ser a que mais me agrada é: " EU SOU"; SER MAIS FELIZ QUEM SABE...


BY Leo Hr: 03:26 de uma semana qualquer, um dia qualquer, uma vida qualquer...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Comentários a respeito do amor.

 Fragmento

É uma sensação que não passa, que me faz ser viciado em você e em tudo aquilo que diz respeito a você, que me faz querer ignorar todos os seus defeitos, que me faz perdoar todos os seus pecados, é essas sensação que os mortais batizaram de amor e que os imortais invejam.
Um termo impossivél de traduzir, que não canso de escrever, o primeiro e último pensamento do dia, algo que faz a vida valer a pena, que transfora todo clichê em inovação, por isso que ainda te escrevo poemas e te mando flores, porque o amor consegue ser atemporal, consegue ultrapassar o tempo e é capaz de fazer todo momento passageiro se tornar eterno.
Bendito são aqueles que amam e vêem no amor uma entrega sem volta, um sonho que por mais irreal que pareça, precisa ser sonhado, Por isso ligam de madrugada para ouvir a voz amada, se sensibilizam com o sofrimento alheio, deixam de ser um para serem dois, pois só assim são completos.
Quando só, meus pensamentos vôam longe...  E no escuro do quarto, te amo em silêncio.
Não há entre o céu e os mares, florestas e vales, algo mais imsenso do que meu amor. Mas hoje eu sei o que antes eu não sabia, é melhor que se perca, antes que se quebre. 


                                                                           ( Leo Rocha )

Não menos que o Infinito

Dá-me tua mão para que não tema a noite escura.
Acredita em meus sonhos... pois neles tu habitas
Constroi-te e edifica-te em mim...
Em  meu eu que já não sabe ser só meu eu
Meu eu que agora é tão seu...
Fita teus olhos nos meus,
Para que possas entender o que eu digo,
E me diz que tudo vai acabar bem,

...
E tudo entre nós há de ser...
Não menos que infinito...

Dá-me tua boca para que me cale...
Emudecerei, como emudecem os segredos,
Me conta tuas histórias,
Me deixa te ver dormir...
Porque com você meu mundo é melhor
Porque só sei ser feliz no eu sorriso

...
E tudo entre nós há de ser
Não menos que o infinito...

Dá-me um carinho,
E te dou uma ponte que me liga a ti
Te escondo em mim...
Num lugar só meu...
Que tem teu cheiro, teu gosto, misturado com o meu...

...
E tudo entre nós há de ser
Não menos que o infinito


Dá-me teu nome,
E farei dele minha oração,
Dá-me um lugar em tua vida
E desse lugar nascerá minha nação
Dá-me um motivo
E por ele morrerei...
Dá-me teu abraço
E Por ele Retornarei.


E tudo há de ser sempre lindo
Há de ser, não menos que o infinito...


                                                       ( Leo Rocha )