Da porta pra fora o mundo...
Meu bem,
Que mundo?
Em algum lugar agora você descansa
Enquanto eu enterro a esperança...
Depois de amanha é qualquer querta-feira,
o que há de ser um dia? um tempo?
se tudo pode acabar...
não há nada eterno,
que seja efemero esse abraço,
que a areia cubra os rastros desses passos
não quero me encontrar...
Quero esquecer das fotos na gaveta
Tiras lembranças da cabeça
coisas que já perdi,
lugares de onde ja saí,
mas que insistem em morar em mim...
no menor dos males,
o maior dos mares à atravessar,..
ATT Leo Rocha
quinta-feira, 14 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Dia dos namorados
" Se nada nos salva da morte, Que pelo menos o amor nos salve da vida..."
( Pablo Neruda )
Amar... sobre todas as coisas amar... desejar, querer, sangrar... e depois de tudo se redescobrir, reamar, reinventar... De mostrar todos os meus medos me despir, e por te contar tantos segredos me rendi, Soldado vencido, país rendido, meu coração entregue...
Difícil mesmo é a vida sem você, impossível mesmo é um fim de tarde sem te ver... Eu te amo mesmo, eu sei. Te amo desde o dia em que nasci, um amor tão grande que mal cabe em mim... te amava, quando achava que não amava, incondicionalmente, quando pensava não te conhecer, quando pensava que padeceria sozinho por essa eternidade, mal sabia... Já te trazia de outras vidas...
Mar... cheio de de ondas que vem e vão... naufragios na imensidão azul... marés de sorte, outros rumos, outros nortes... Me ensina a navegar, a seguir contigo seja onde for, por tudo o que for... seja amor... seja encontro e perdição, seja pele, seja paixão... mas que seja você por todos os mares, esteja em todos os portos e de braços abertos e sorriso sincero me diga: ah... mar
Ar... respire fundo, perca o sentido, venha comigo a lugares distantes, faça da minha vida teu único instante e me ame desesperadamente... como quem tem sede, como que vem a superfície buscar fôlego quando lhe falta o ar...
Não existe tradução para o que rasga a alma, para o que de só de existir faz a valer a pena e cura toda a dor... Amor...
Att: Leo Rocha
( Pablo Neruda )
Amar... sobre todas as coisas amar... desejar, querer, sangrar... e depois de tudo se redescobrir, reamar, reinventar... De mostrar todos os meus medos me despir, e por te contar tantos segredos me rendi, Soldado vencido, país rendido, meu coração entregue...
Difícil mesmo é a vida sem você, impossível mesmo é um fim de tarde sem te ver... Eu te amo mesmo, eu sei. Te amo desde o dia em que nasci, um amor tão grande que mal cabe em mim... te amava, quando achava que não amava, incondicionalmente, quando pensava não te conhecer, quando pensava que padeceria sozinho por essa eternidade, mal sabia... Já te trazia de outras vidas...
Mar... cheio de de ondas que vem e vão... naufragios na imensidão azul... marés de sorte, outros rumos, outros nortes... Me ensina a navegar, a seguir contigo seja onde for, por tudo o que for... seja amor... seja encontro e perdição, seja pele, seja paixão... mas que seja você por todos os mares, esteja em todos os portos e de braços abertos e sorriso sincero me diga: ah... mar
Ar... respire fundo, perca o sentido, venha comigo a lugares distantes, faça da minha vida teu único instante e me ame desesperadamente... como quem tem sede, como que vem a superfície buscar fôlego quando lhe falta o ar...
Não existe tradução para o que rasga a alma, para o que de só de existir faz a valer a pena e cura toda a dor... Amor...
Att: Leo Rocha
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