quarta-feira, 17 de novembro de 2010

quarta feira

Hoje um dia a ser esquecido,
Obserbo a poeira levitar
Sendo atingida pelo raio  de luz,
Que rebelde invade minha casa
Pela fresta da porta esquecida entreaberta
Tal qual a porta os sonhos encontran-se esquecidos
Encontram-se entreabertos e violentados
Não realizados, encontram-se frustados

Hoje um dia a ser esquecido,
A chuva insiste em escorrer na janela e trilhar seus caminhos
Tal qual a vida, a natureza foge sem destino
E no céu uma estrela esquecida, clama sozinha a glória de outrora
E o brilho de um céu neon...

Hoje um dia a ser esquecido,
Meu poemas cantam solitários
A saudade que é minha,
A ingênuidade esquecida dos primeios amores


Hoje um dia a ser esquecido
Daria a vida por teu abraço
E teus braços em torno de mim, um laço
E tuas mão a cerrar meus olhos
Como se  mundo me fosse apresentado pelos teus

Hoje um dia a ser esquecido,
Olhos fixos no telefone...
Pensamentos vão longe
Num lugar que não me canso de lembrar...

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