sábado, 23 de julho de 2011

Escola

Parte de minha alma presa a tuas escadas
Vendo o por do sol...
O correr da juventude...
Teus muros, minha fortaleza,
Abrigaram os primeiros amores...
Pegar carona na estrada de volta pra casa
Queria que alguma condução me levasse de volta pra ti...
A juventude tranviada, a rebeldia, a imortalidade
Tardes de sol forte tocando violão
Manhas e noites frias a espera do pão
A vida...
Tantos nomes, pessoas, saudades e solidão...

2 comentários:

  1. Leo, ela nunca acaba, e nem nos deixa só. Em todo lugar, nas mais personagens, até o fim das horas... parece que não acaba. até quando se acabou.. foi bom ter-lhe conhecid@.

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  2. Não sei por que me identifiquei com esse poema!
    auhauahuah

    Acho que já vivi isso!!
    rsr

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