terça-feira, 24 de setembro de 2013
Regresso
" se te contasse por onde andei, os infernos que
estive, os demônios que conheci, paraísos que experimentei, países que
descobri, mulheres que amei, outras que perdi, sonhos que sonhei, outros que vendi, você entenderia porque a teus braços eu regresso"
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Todo amor
Desculpa, mas pra mim o amor é algo desmedido, por
vezes destemido. Ao te imaginar distante entristeço, passo a ser coisa
alguma, vazio sem fim, barco sem rumo. Desaprendi a caminha outros
caminhos que não trilhem, ao menos, a pegada de teus passos.
Sei que sem ti sou folha ao vento, árvore seca, palavra sem razão. De
tanto querer-te quase que enlouqueço, me despi de todas as mascaras,
revelei-te minha alma, fiquei pelo avesso... Não vês?? sou todo amor
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Desilusão
Hoje te escrevo não por sermos bons amigos, más bons estranhos. Não quero esperar boas novas, nem recordar passado terno, preciso anunciar tragédias, professar a fé das dores (absolutamente normais).
Veja só todos nas filas, todos tão sós dentro da multidão... tão invisíveis, em meio a tantas vozes é impossível ouvir um grito de loucura libertária, face a dominante reprodução caótica da sanidade. Nossa solidão cresce junto com os prédios, nossos sonhos encontram-se enterrados em meio as ruas de concreto e asfalto negro.
Somos arquitetos do caos. Sonhamos com um céu que não desabe sobre nossas cabeças, mas somos incapazes de tentar pintar uma nova cena.
Veja só todos nas filas, todos tão sós dentro da multidão... tão invisíveis, em meio a tantas vozes é impossível ouvir um grito de loucura libertária, face a dominante reprodução caótica da sanidade. Nossa solidão cresce junto com os prédios, nossos sonhos encontram-se enterrados em meio as ruas de concreto e asfalto negro.
Somos arquitetos do caos. Sonhamos com um céu que não desabe sobre nossas cabeças, mas somos incapazes de tentar pintar uma nova cena.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Palavaras de amor
Palavras de amor são como navios lançados ao mar,
Sem porto seguro, sem norte, sem velas...
Meu navios descansam naufragados
Submersos pelas lágrimas salgadas de amar
Sem porto seguro, sem norte, sem velas...
Meu navios descansam naufragados
Submersos pelas lágrimas salgadas de amar
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Poema simbolista
É preciso ser invisível,
Caminhar sem precisar da precisão nos passos em falso.
Iluminar numa clarividão solar...
Trazer astros a orbitar,
Flamejar no céu constelado
Esconder estrelas cadentes da superfície
Na escura profundeza do mar.
Ser mais leve que o ar
Orbitar...
Caminhar sem precisar da precisão nos passos em falso.
Iluminar numa clarividão solar...
Trazer astros a orbitar,
Flamejar no céu constelado
Esconder estrelas cadentes da superfície
Na escura profundeza do mar.
Ser mais leve que o ar
Orbitar...
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