Me abraça o inferno na noite densa...
Não espero o bom tempo,
Danço ao som das tempestades,
Galopo nas costas do vento...
sou escravo do tempo.
Não se caminha no inferno
Com pés descalços...
E a noite negra
Se confunde com as trevas do asfalto...
Me assombra o medo de andar perdido,
Caminhar à sombra dos corações aflitos,
Sou todo caos...
O interminável caos...
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