Nada é eterno, nem a dança, nem a paz do seu sorriso, nem o caos da tua ausência, são só partes do mesmo todo, fazes da mesma lua, que agora cobiço vagando só pelas ruas, enquanto vejo o tempo correr, e sinto tua ausência cada vez mais presente.
Já perdi as contas de quantas faltas eu tenho, quantas carências, quantos medos... Já perdi a conta de quantas feridas eu trago em aberta em meu peito, e quantas pessoas eu deixei para trás, igualmente feridas, com as pedras que atirei.
Já perdi as contas de quantas faltas eu tenho, quantas carências, quantos medos... Já perdi a conta de quantas feridas eu trago em aberta em meu peito, e quantas pessoas eu deixei para trás, igualmente feridas, com as pedras que atirei.
E depois de tudo, nossas bocas antes unidas dividiram-se, e nossos corpos antes amantes tornaram-se estranhos, e ficamos à sombra, morremos na praia, nos deixamos pra depois.
Gostei desse. Bem real.
ResponderExcluirGostei desse. Bem real.
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