Mais fácil é a tristeza em dias de tormenta,
casa vazia, quarto escuro...
Esperndo o fuzilamento de frente para o muro.
chuva caindo, janela batendo.
Mais faceis são as despedidas esperadas,
carregadas de melancolia e mágoas
brigas, ofensas,
sangue nos olhos!
Difícil mesmo, é a tristeza num dia de sol,
crianças correndo, domingo de praia,
e ainda assim insisti em vir.
Somos tristes porque achamos que temos de ser feliz
todo o tempo...
felicidade e tristeza são estados de espírito,
cada um sem dia e hora marcada pra chegar,
cada um sem dia e hora marcada pra sair.
difícil e sorrir e guardar a tristeza nos olhos...
( Poesia e anarquia )
terça-feira, 30 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
tudo que sei sobre mim.
Não me arrependo de não ter ouvido os conselhos que me deram, principalmente os que eu nunca pedi, não posso atribuir a direção da minha vida, a pessoas que não sabem o quanto ela valhe. Admito que em algumas oportunidades eles estavam certos, mas é o preço que tive que pagar para não viver à margem de mim, à sombra do que poderia ser. Hoje sei que inegavelmente que a dor é uma escola de aprendizagem.
Diria tudo o que sei sobre mim, se soubesse o que dizer, se a definição fosse tão simples como parece. Não é, pelo menos para mim, que não sei ser especificamente este ou aquele, apenas sei ser muitos, todos os meus Eus oprimidos dentro desta forma que o tempo consome, todos buscando um domínio comum para que apenas um encontre a liberdade na submissão dos demais, travando uma guerra sem fim, que dificulta a minha definição e afirma ainda mais a minha singularidade.
Seria mais fácil, se não andasse pelas ruas vezias, seria mais fácil se me contentasse com a mediocridade das relações de conveniênci, se não me importasse em ser como sou, em descobrir o que vem depois de um limite qualquer.
Os homens tem vivido.... e isso durante muito tempo tem lhes bastado, mas a tolerância não é suficiente. Antes de tudo, sou um jardineiro de sonhos.
Diria tudo o que sei sobre mim, se soubesse o que dizer, se a definição fosse tão simples como parece. Não é, pelo menos para mim, que não sei ser especificamente este ou aquele, apenas sei ser muitos, todos os meus Eus oprimidos dentro desta forma que o tempo consome, todos buscando um domínio comum para que apenas um encontre a liberdade na submissão dos demais, travando uma guerra sem fim, que dificulta a minha definição e afirma ainda mais a minha singularidade.
Seria mais fácil, se não andasse pelas ruas vezias, seria mais fácil se me contentasse com a mediocridade das relações de conveniênci, se não me importasse em ser como sou, em descobrir o que vem depois de um limite qualquer.
Os homens tem vivido.... e isso durante muito tempo tem lhes bastado, mas a tolerância não é suficiente. Antes de tudo, sou um jardineiro de sonhos.
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Do teu lado
Basta que eu feche meus olhos,
Que acabo do teu lado.
Queria que o mundo fosse menor nesses dias...
Que Todo amor durasse
Não menos que uma vida,
Que toda lagrima que derramo
Fosse choro de alegria.
Ninguem está tão do teu lado quanto eu,
Ninguem na loucura dessa vida,
Há de te dar um amor maior que o meu
Porque sou eu que te ponho pra dormir
E calço teus pés ao acordar,
Conto histórias bobas
Só pra te ver sorrir
E te levo comigo,
A todos os lugares onde você não está.
Invado teu corpo, te guardo em meus braços
Invento desculpas, encontros ao acaso
tudo... só pra estar ao teu lado.
Esqueço de todo o resto
Que não nos interessa.
Invento um mundo inteiro,
Sem muita pressa.
Só pra está do teu lado,
Pra fazer do meu mundo...
Um lugar menor nesses dias...
Com saudades menos doloridas,
Com mais chegadas e menos despedidas
E com amores,
que durem não menos, que uma vida.
Poesia e anarquia.
Que acabo do teu lado.
Queria que o mundo fosse menor nesses dias...
Que Todo amor durasse
Não menos que uma vida,
Que toda lagrima que derramo
Fosse choro de alegria.
Ninguem está tão do teu lado quanto eu,
Ninguem na loucura dessa vida,
Há de te dar um amor maior que o meu
Porque sou eu que te ponho pra dormir
E calço teus pés ao acordar,
Conto histórias bobas
Só pra te ver sorrir
E te levo comigo,
A todos os lugares onde você não está.
Invado teu corpo, te guardo em meus braços
Invento desculpas, encontros ao acaso
tudo... só pra estar ao teu lado.
Esqueço de todo o resto
Que não nos interessa.
Invento um mundo inteiro,
Sem muita pressa.
Só pra está do teu lado,
Pra fazer do meu mundo...
Um lugar menor nesses dias...
Com saudades menos doloridas,
Com mais chegadas e menos despedidas
E com amores,
que durem não menos, que uma vida.
Poesia e anarquia.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
lembrando
Ultimamente tenho lembrado da aurora dos nossos dias, ou das nossas refrescantes noites. Quando em meio ao caos do mundo, o amor me parecia mais possível. A entrega de quem te procurava, te alcansava e te deixava livre, para que a perseguição continuasse a ser possível.
E pelo teu cheiro te persiguia, te perseguia por entre lençóis, por entre abraços, por entre chegadas e partidas na nossa escuridão. E quem vai se lembrar dessas noites se não nós? embora ninguem saiba, ainda estão intáctas no tempo da felicidade, guardaddo em mim. Quem irá me oferecer um sorriso, numa tarde de tormenta? quem será meu anjo.
Amar não é não ver defeitos, ao contrario, é amar está acima dos defeitos, para os extremistas como eu, ama-se inclusive os defeitos que somados beiram a perfeição de ser imperfeita e ao mesmo tempo irresistível.
( Poesia e Anarquia )
E pelo teu cheiro te persiguia, te perseguia por entre lençóis, por entre abraços, por entre chegadas e partidas na nossa escuridão. E quem vai se lembrar dessas noites se não nós? embora ninguem saiba, ainda estão intáctas no tempo da felicidade, guardaddo em mim. Quem irá me oferecer um sorriso, numa tarde de tormenta? quem será meu anjo.
Amar não é não ver defeitos, ao contrario, é amar está acima dos defeitos, para os extremistas como eu, ama-se inclusive os defeitos que somados beiram a perfeição de ser imperfeita e ao mesmo tempo irresistível.
( Poesia e Anarquia )
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
sem sentido
Não entendo o porque insistimos tanto em
entender e não conseguimos simplesmente ser... a estrela não é mais bela
porque sabe que é estrela, apenas é! por isso brilha... e nada mais...
ah... essa dificuldade de nos aceitarmos como corpos que vagam no
infinito, que orbitam no nada e mesmo que esse nada se confunda com
tudo não passa de nada, não passa de tudo, campo mais vasto, oceano mais
profun
do, mundo largo mundo. Aos
poucos, por acaso, vamos nos cruzando, nos marcando e nos esquecendo. Em
qual esquina nos cruzamos? em qual nos esquecemos?
o cruzamento é um encontro de corpos diferentes que seguiam direções opostas, até que o Universo, que não passa do nada se confundindo com o tudo, exercendo sua força de atração os aproxima, mudando as uas direções, os retirando das rotas traçadas por um simples acaso. O acaso por sua vez, é um instante irracional, que não pode ser previsto, e influencia diretamente os cruzamentos. CAso a força de atração seja muito grande, esses corpos que antes vagavam no nada, traçando uma rota sem sentido se chocam causando a colisão. A colisão nada mais é do que o impacto violento de dois corpos que seguiam direções opostas, até serem atraidos um para o outro, querendo ocupar o mesmo espaço, se marcando mutualmente, há colisões que recebem o nome de amor, e no amor, há marcas que se curam, que cicatrizam e as que nunca fecham. Já Esquecer é sempre um ato egoista de deixar o que era seu partir e adotar o vazio de não saber o que completava aquele canto que agora não passa de um canto vazio e sem graça. E ainda assim, por pior que pareça, esquecer pode ser um ato necessário de sobrevivência.
o cruzamento é um encontro de corpos diferentes que seguiam direções opostas, até que o Universo, que não passa do nada se confundindo com o tudo, exercendo sua força de atração os aproxima, mudando as uas direções, os retirando das rotas traçadas por um simples acaso. O acaso por sua vez, é um instante irracional, que não pode ser previsto, e influencia diretamente os cruzamentos. CAso a força de atração seja muito grande, esses corpos que antes vagavam no nada, traçando uma rota sem sentido se chocam causando a colisão. A colisão nada mais é do que o impacto violento de dois corpos que seguiam direções opostas, até serem atraidos um para o outro, querendo ocupar o mesmo espaço, se marcando mutualmente, há colisões que recebem o nome de amor, e no amor, há marcas que se curam, que cicatrizam e as que nunca fecham. Já Esquecer é sempre um ato egoista de deixar o que era seu partir e adotar o vazio de não saber o que completava aquele canto que agora não passa de um canto vazio e sem graça. E ainda assim, por pior que pareça, esquecer pode ser um ato necessário de sobrevivência.
poesia e anarquia
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