Ultimamente tenho lembrado da aurora dos nossos dias, ou das nossas refrescantes noites. Quando em meio ao caos do mundo, o amor me parecia mais possível. A entrega de quem te procurava, te alcansava e te deixava livre, para que a perseguição continuasse a ser possível.
E pelo teu cheiro te persiguia, te perseguia por entre lençóis, por entre abraços, por entre chegadas e partidas na nossa escuridão. E quem vai se lembrar dessas noites se não nós? embora ninguem saiba, ainda estão intáctas no tempo da felicidade, guardaddo em mim. Quem irá me oferecer um sorriso, numa tarde de tormenta? quem será meu anjo.
Amar não é não ver defeitos, ao contrario, é amar está acima dos defeitos, para os extremistas como eu, ama-se inclusive os defeitos que somados beiram a perfeição de ser imperfeita e ao mesmo tempo irresistível.
( Poesia e Anarquia )
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