Meu coração aponta outros nortes, navegar... navegar... remar contra corrente, descobrir. Uma sede de infinito, até onde se pode ir? que bom que não sei. Se soubesse, seria mais fácil, caminhos abertos a percorrer. Não! não! dispenso certas facilidades, o que vem muito fácil, se vai muito fácil. Prefiro correr riscos, a possibilidade de me perder torna ainda mais especial a dificil missão de me encontrar ou de te encontrar... quem sabe por acaso, quem sabe perdida por ai...
Eu e esse meu gosto pelo pouco óbvio, nada muito fácil, não que queira sempre tudo mais difícil, por favor não entendam mal. Só não quero ter a sensação que essa vida já está preparada, experiência não se transfere, a duras penas aprendi isso, mas geralmente não gosto das coisas pré-prontas, exceto as comidas congeladas, que me são muito úteis.
Besteiras a parte, meu coração aponta outros nortes, ritos de passagem chegando ao fim. Medo, angustia, ansiedade e porque não esperança, convivendo lado a lado, como irmãs que não se parecem, como amigas que se odeiam.
A noite passada, passava desapercebida, como passam pequenas coisas... mas são elas, as pequenas coisas, que mantém o equilibrio, para as grandes coisas. Uma pena que sejam pagadores de impostos, nunca levem a fama, vivem no anonimato, trabalhando em suas engrenagens. Foi a noite passada, que passava despercebida, que me mostrou a necessidade de dias melhores.
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