sábado, 11 de outubro de 2014

Não serei escravo dos meus medos

Não serei escravo dos meus medos,
Não serei refém de minhas pretensões,
Cavaleiro dos novos tempos,
Cantarei novas canções...

O mundo se abre a minha frente,
Com caminhos em diversas direções,
Tanto faz, se hoje não deu certo
O amanhã será melhor...

E nessas voltas do pontero
Só ficamos com o amor que damos,
Ou que recebemos,
Passe o dia, passe a noite, passe o tempo...

Serei livre como o vento...
Serei a brevidade do momento...
A intensidade das emoções...

Não temerei o mal que me espreita,
Não temerei medo algum,
Pois sei que moro onde a bondade fez casa...
Pois sei que tenho a sorte da proteção...

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