Hoje eu entendo, não existem sentimentos imortais, embora todos os "Eu te amo" ecoem no vento, eles não voltam mais. Como um espelho quando se parte a vida tornou-se um quebra cabeça difícil de encaixar e tudo que se vê é um reflexo distorcido da imagem que já refletiu.
E não há tempo... Não há tempo para o amor, não há tempo para a vida, ou para arte dentro do poema. O que há é o silêncio, o silêncio de formas destorcidas no inferno cotidiano. Sou todo Caos, sou todo conflito. Atiro palavras como flechas, firo pessoas como alvo, e não me comovo com teus olhos de rubis.
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