sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

poema

Ir além,
Quando a cabeça pesa e os joelhos dobram,
Quando os olhos molham a terra seca,
Onde não se sabe voltar,
Onde quem não sabe orar,
Olha pro pre céu com olhos famintos  e diz:
Amém...

Estar a sós,
Sobre o clarão do Sol,
Rasgar a garganta e buscar o nó,
Abrir o coração e tirar o pó,
Dos sentimentos esquecidos...
Por baixo de tanta poeira,
saber que bate um coração ainda vivo...
como tem que ser...

Chegar ao fim...
Poesia que trasncende...
O amor se esconde nas entrelinhas,
Não quer ser descoberto,
Não quer gritar aos quatro cantos,
Quer continuar invisível,
Longe dos outros sentimentos que querem ser maiores,

Só há amor indefinível,
O resto é convenção!

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