Enquanto o Estado
finge não saber dessa carnificina,
O planalto continua alimentando suas aves de rapina,
Com o pão nosso de cada dia...
Dá-me fé irmão...
Dá-me o pão...
Dá-me a mão...
É eu sei, é difícil acreditar,
Que vai mudar,
A população cresce em desespero
Enquanto uns mamam nas tetas do governo
Outros não tem onde mamar...
Enquanto uns nascem pra morrer
Outros nascem pra matar...
Morrer de fome...
Matar a sede...
Morrer na praia...
Matar o próximo...
A população cresce em ignorância
E eu me lembro de ser criança
E não ter onde morar...
Nasci no mundo irmão
Eu sou do mundo cão
Não Tiro os pés do chão
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