segunda-feira, 8 de abril de 2013

Vivemos

Vivemos, e naquele momento teu sorriso foi a resposta pra tudo que desconheço, amamos como velhos amantes cançados de tentar achar o caminho pra felicidade, e sem procura-la em momentos futuros fizemos do presente, começo, meio e fim de um romance como nunca havia sido visto antes.
De amanhã não sei... talvez o futuro traga novos caminhos, novos "presentes",  talvez no teu futuro eu esteja ausente, ausência essa que nossa história não partilha, porque de tantos enredos possíveis, escolhemos viver e vivemos... O desfecho, é algo etreaberto, meio sem porta, meio sem chave... e tudo fica livre, fica por ser dito, fica entre a gente, entre braços e pernas, beijos e bocas, minha mão tirando a tua roupa, tua mão cortando minha pele.
Me diz, se tem algo maior que a vida e tudo que ela nos tráz, me ensina como nos livrar do bem e do mal que ela nos faz... Difícil dizer, resta apenas a memória se repetindo no escuro desse quarto, e teu cheiro espalhado por toda parte.

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