Quero querer-te todos os dias,
E amar-te mais nas noites frias...
O mundo não me entende amor,
Tão pouco eu o compreendo.
Mas nunca busquei a razão,
Como carro que me levasse a felicidade...
Pra mim, sempre foi mais importante sentir...
Por isso não bato na tua porta,
Eu invado tua vida sem hora marcada!
Não se planeja a felicidade...
A felicidade sempre nos acerta de forma inesperada.
Quero Beijar-te loucamente
Na tua boca afogar desejos,
Me perder em teus beijos,
Até que nada faça sentido,
Andar perdido sem saber até quando,
Te cantar canções, te escrever poemas
Te trazer como protagonista da minha cena.
Quero Levar-te em minhas asas,
Pra longe de tudo...
De tudo que não seja nós dois...
Das pessoas que querem que a gente fique pra depois
Eu não posso esperar...
O amor sempre nos acerta de forma inesperada.
...E nos meus versos,
Nos meus versos tristes...
Ninguém vai dizer,
Que o tempo passou,
Que o amor acabou,
Porque o que nos acerta de forma inesperada,
De certa forma, nunca passa...
quarta-feira, 29 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Poetas
Noite a dentro, madrugada a fora,
Os medos passam nas ruas
Enquanto minha alma revela-se nua
Sob a luz da lua...
Dentro de mim a vastidão...
Um mar de solidão,
Escuridão sem fim.
Ao longe escuto poetas cantarem tristes
Amores que gostariam de amar,
Dores que tentam esquecer,
Sonhos que não se cansam de sonhar.
Os medos passam nas ruas
Enquanto minha alma revela-se nua
Sob a luz da lua...
Dentro de mim a vastidão...
Um mar de solidão,
Escuridão sem fim.
Ao longe escuto poetas cantarem tristes
Amores que gostariam de amar,
Dores que tentam esquecer,
Sonhos que não se cansam de sonhar.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Eterna entrega.
Sempre achei que o amor fosse eterna entrega. Amar... amar... e amar ainda, quando todos duvidarem, quando a vida botar a prova, quando o destino insistir em dizer não. Talvez por sentir o amor assim, eu não entenda aquelas pessoas que se dobram nas primeiras dificuldades, que renunciam ao direito de ser feliz com extrema facilidade. Amar sobretudo é um dádiva, um dom de morar no outro e ter o outro morando em si, é como sol que nasce logo após um dia nublado, o novo sol beijando a relva, é a chuva que molha a terra e vai escorrendo fenda após fenda impregnando-a, o vento beijando a pele causando calafrios, é noite densa, é mar aberto onde moram perigos, trágicos naufrágios, seguro abrigo, é doce abraço, meigo sorriso, é o valer a pena, o pagar pra ver, o sofrer, é o próprio ser... É o desespero das últimas horas, o princípio e o prólogo, são as quatro fases da lua, a solidão que assombra a madrugada das ruas, tua sombra despindo a tua imagem nua e sedutora... E com sorte, provemos disso uma ou duas vezes na vida.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Meu bem
Meu bem,
Talvez não diga todas as coisas que quero,
Nem queira repetir as coisas que já disse...
Não sei se conheço do mundo um terço,
Mas sei o mundo do terço que conheço...
Talvez eu me perca logo no começo
Ou quem sabe já comece pelo fim...
Há quem diga que eu morra de medo do amar
E quem jure que o amor morra de medo de mim...
Talvez não tenha lhe dito,
Mas teu abraço faz toda diferença
Minha alma se aconchega com tua presença...
E tua partida me faz querer morrer...
Talvez no teu sorriso se escondam segredos,
E que se revelem todos nos teus beijos...
E aí, é quando tudo parece que vai ficar bem
Mesmo quando estou mal, Mesmo quando a sorte não vem...
Meu Bem,
Talvez dessa vida eu nada saiba...
Mas entender da vida
Não nos ajuda na hora da entrega,
Viver é um eterno caminhar as cegas
E Saber do perigo do salto,
Não alivia a dor da queda.
Saber da maldade do mundo...
Não me livra do perigo que me cerca...
Talvez o tempo me tenha perdido...
Me lançado no nada, me quebrado feito vidro...
Talvez o ponteiro do meu relógio,
Esteja em alguma hora do passado
E em todo caso...
São tantos os acasos,
Que é difícil de entender,
Que tenha percorrer tantos caminhos longe de casa
E que nenhum me leve a você.
Talvez não diga todas as coisas que quero,
Nem queira repetir as coisas que já disse...
Não sei se conheço do mundo um terço,
Mas sei o mundo do terço que conheço...
Talvez eu me perca logo no começo
Ou quem sabe já comece pelo fim...
Há quem diga que eu morra de medo do amar
E quem jure que o amor morra de medo de mim...
Talvez não tenha lhe dito,
Mas teu abraço faz toda diferença
Minha alma se aconchega com tua presença...
E tua partida me faz querer morrer...
Talvez no teu sorriso se escondam segredos,
E que se revelem todos nos teus beijos...
E aí, é quando tudo parece que vai ficar bem
Mesmo quando estou mal, Mesmo quando a sorte não vem...
Meu Bem,
Talvez dessa vida eu nada saiba...
Mas entender da vida
Não nos ajuda na hora da entrega,
Viver é um eterno caminhar as cegas
E Saber do perigo do salto,
Não alivia a dor da queda.
Saber da maldade do mundo...
Não me livra do perigo que me cerca...
Talvez o tempo me tenha perdido...
Me lançado no nada, me quebrado feito vidro...
Talvez o ponteiro do meu relógio,
Esteja em alguma hora do passado
E em todo caso...
São tantos os acasos,
Que é difícil de entender,
Que tenha percorrer tantos caminhos longe de casa
E que nenhum me leve a você.
domingo, 19 de maio de 2013
Pensamento
Sempre me atirei de cabeça nas minhas relações, todas as vezes que amei foi de forma intensa, me rasgando, tomando porre, escrevendo te amo, te amo, te amo... nas paredes de casa, nos bilhetes que não envio... não sei amar aos pouquinhos, de forma comedida, admiro quem sabe, pois é uma virtude, mas no meu caso, nunca conheci um amor que não fosse maior que eu.
sábado, 18 de maio de 2013
Felicidade
Quando abrimos as portas da percepção, é que entendemos que o que é realmente importante é amar-se primeiro... todo o resto é só uma projeção de que a felicidade está no outro, que a grama do vizinho é mais verde, apenas uma forma de justificar que não aprendemos a admirar nosso própria beleza. Só quando nos fazemos felizes é que aprendemos como podemos contribuir para a felicidade alheia
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Oculto
Todo mundo tem um lado oculto o qual quer esquecer. Algum demônio escondido, algum pecado, algum prazer...Se algum ângulo nos revela, com certeza não é o da foto. Na imagem parecemos, No ângulo que nos revela somos... e a imagem imortalizada passa a ser uma espécie de contrato onde vendemos a alma em troca de uma dança em volta da fogueira das vaidades.Toda vez que abrimos a porta há uma sombra que não se mostra.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Por ser amor
Todos os dias o mundo te acha linda, isso é de fácil percepção. O que ninguem vê são os teus detalhes, teu jeito simples, teu sorriso sincero, o brilho dos teus olhos... As pessoas se acostumam com o convencional e acabam esquecendo do especial, e eu penso que quem persegue a glória na grandeza, as vezes esquece que por ser amor, já é maior.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Não devo nada!
Porra! tem dias que dá vontade de chutar o balde, sumir... encontrar algum lugar escondido e não sair de lá, buscar na escuridão o esconderijo de onde não se possa ser visto, e ao mesmo tempo encontrar nele o melhor mirante para ver estrelas...
Trago em mim, sentimentos sempre em excessos, eles não cabem em mim, por isso ando sempre transbordando, metendo os pés pelas mãos. Não espero bons julgamentos, nem prêmios por bom comportamento. Pouco importa as acusações de terceiros, é sempre mais fácil falar do que fazer, só quem está no campo de batalha pode sentir o cheiro da guerra, bons soldados vencem os combates, os generais apenas brincam de Deus, e todo o resto é falácia e ganância.
Por isso, não luto por bandeiras e não defendo rótulos. A normalidade da humanidade é a própria diversidade e enquanto não compreendermos isso, a solidão será sempre nossa melhor colônia de férias, e todo resto é enganação... a mascara que esconde o rosto, a multidão que esconde o vazio, a engenhosidade enganadora do truque, face a beleza da mágica.
A vitória ou a derrota são só ilusões, apenas estagios da mesma caminhada e tudo pode mudar num golpe de sorte, numa cartada certa, numa aposta de tudo ou nada... E muitos dirão que estar por um fio é viver entre o desespero e a sanidade, e eu vos direi: De certo que sim, mas na loucura há tamanha beleza, ver o que ninguem mais vê, e na sanidade por muitas vezes há uma prisão chamada monotonia, onde o mais importante é fechar os olhos pra o que nos cerca.
Ao que me cobram, eu não devo nada! não devo nada aos que nada me deram e esperam muito de mim em troca, não devo nada as bocas que me maldizem e aos olhos que me invejam, não devo nada a essa gente regressista que vive refém de uma moral que não seguem, não devo nada a quem me abandonou no meio da caminhada e compareceu apenas na hora da chegada. Mas desde já aviso: pra quem eu devo, sou de boa paga.
Trago em mim, sentimentos sempre em excessos, eles não cabem em mim, por isso ando sempre transbordando, metendo os pés pelas mãos. Não espero bons julgamentos, nem prêmios por bom comportamento. Pouco importa as acusações de terceiros, é sempre mais fácil falar do que fazer, só quem está no campo de batalha pode sentir o cheiro da guerra, bons soldados vencem os combates, os generais apenas brincam de Deus, e todo o resto é falácia e ganância.
Por isso, não luto por bandeiras e não defendo rótulos. A normalidade da humanidade é a própria diversidade e enquanto não compreendermos isso, a solidão será sempre nossa melhor colônia de férias, e todo resto é enganação... a mascara que esconde o rosto, a multidão que esconde o vazio, a engenhosidade enganadora do truque, face a beleza da mágica.
A vitória ou a derrota são só ilusões, apenas estagios da mesma caminhada e tudo pode mudar num golpe de sorte, numa cartada certa, numa aposta de tudo ou nada... E muitos dirão que estar por um fio é viver entre o desespero e a sanidade, e eu vos direi: De certo que sim, mas na loucura há tamanha beleza, ver o que ninguem mais vê, e na sanidade por muitas vezes há uma prisão chamada monotonia, onde o mais importante é fechar os olhos pra o que nos cerca.
Ao que me cobram, eu não devo nada! não devo nada aos que nada me deram e esperam muito de mim em troca, não devo nada as bocas que me maldizem e aos olhos que me invejam, não devo nada a essa gente regressista que vive refém de uma moral que não seguem, não devo nada a quem me abandonou no meio da caminhada e compareceu apenas na hora da chegada. Mas desde já aviso: pra quem eu devo, sou de boa paga.
domingo, 12 de maio de 2013
Para um grande amigo...
Acho que o verdadeiro sentido da amizade não esteja na
troca, mas ao contrário, na doação. Amizade e sinceridade são palavras afins,
que quando dividem o mesmo contexto desconhecem a separação.
São nos momentos mais sem sentido, quando no meio do nada duas almas errantes
fazem de um dia comum, um motivo para a celebração é que se vê, não o sentido, mas o verdadeiro sentir dessa viagem estranha que chamam de vida... Afinal, estar vivo e ter
com quem compartilhar um bom gole de um vinho barata e filosofia puritana, ou o
desespero de estar hotel de quinta, são motivos que merecem sempre serem celebrados,
porque ambos jamais serão esquecidos.
... E todos que não conseguem enxergar a beleza que vai além
da superfície, e não se importam com o valor de um sorriso ou de alguma lagrima
compartilhada, jamais conseguirão entender que grandes amigos são feitos de
pequenos gestos...
Sempre teremos dias e mais dias de luta, dias e mais dias de
caos, pouca fé, descrédito social e quase nenhuma grana. Mas, o que me motiva, é saber que a coragem que tenho nessa guerra,
vem da bravura de quem luta do meu lado, dessa gente que trago comigo e que vê
a grandiosidade das coisas simples dessa vida que passa depressa demais.
É esse o tipo de gente que me interessa, gente que sabe que daqui nada se leva, e
a única coisa que fica são as histórias, os momentos de perigo, alegria e medo
que só quem viveu sabe o valor que tem. Muita coisa hoje vende no atacado, mas
um amigo irmão de verdade, não se compra as dúzias, é artigo raro, tá sempre em
falta no mercado.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Pecado
Não peço que me perdoe,
Quando peco é por prazer,
E quanto mais me é proibido,
Sinto que preciso.
Não peço que me perdoe,
Quando peco é por tua atenção.
Me abandonastes nesse mundo,
Onde não encontro razão.
E se de dia sou o demônio,
A noite sou temível anjo...
Não peço que me perdoe,
Quando peco é por amor
...E o amor com amor se paga...
Essa é a unica moeda que aceito.
Não peço que me perdoe
Quando peco é por desespero
Pois só vivo de extremos,
Desconheço meios termos.
Se dia sou o teu pecado,
A noite sou tua redenção...
Não peço que me perdoe
Quando peco é em segredo...
Longe dos olhos cuiosos,
Perto do teu coração.
Não peço que me perdoe,
Quando peco é por desejo...
O perdão é a caridade da alma,
E a mim só interessam teus beijos...
Se de dia te queimo como o inferno,
À noite te cheiro a paraíso...
Quando peco é por prazer,
E quanto mais me é proibido,
Sinto que preciso.
Não peço que me perdoe,
Quando peco é por tua atenção.
Me abandonastes nesse mundo,
Onde não encontro razão.
E se de dia sou o demônio,
A noite sou temível anjo...
Não peço que me perdoe,
Quando peco é por amor
...E o amor com amor se paga...
Essa é a unica moeda que aceito.
Não peço que me perdoe
Quando peco é por desespero
Pois só vivo de extremos,
Desconheço meios termos.
Se dia sou o teu pecado,
A noite sou tua redenção...
Não peço que me perdoe
Quando peco é em segredo...
Longe dos olhos cuiosos,
Perto do teu coração.
Não peço que me perdoe,
Quando peco é por desejo...
O perdão é a caridade da alma,
E a mim só interessam teus beijos...
Se de dia te queimo como o inferno,
À noite te cheiro a paraíso...
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Nosso caso
Tenho percebido nos últimos dias como um sorriso pode se transformar na coisa mais importante do mundo, como tudo pode mudar de repente e o que antes estava longe, hoje parece tão perto, e mesmo com toda essa ausência saber que vou te encontrar esteja onde estiver, faz dos meus pesados dias, e das longas horas algo mais acalentador e suportável.
Admito, que talvez não saiba como lidar com tudo isso, é tudo muito novo, e o novo quase sempre nos assusta, mas não pelo simples fato de ser inédito. Mas sim, porque também pode ser melhor, melhor do que foi antes, melhor do que qualquer experiência que eu possa ter. O novo é sempre uma caixa de surpresa, e eu o adoro quando me faz sorrir.
Queria te dizer tanta coisa, tudo que ainda não foi dito, tudo que nenhum homem já te disse ou vai dizer na loucura dessa vida, mas não seria o bastante... pois não se pode dizer num único instante o que levaria a eternidade para traduzir... então que bom que ainda temos tempo... pra nos escondermos e nos encontramos pelas esquinas dessa vida... de outras quem sabe... quem sabe aí, eu tenha coragem pra te dizer tudo que sinto, ou você sabedoria para ler tudo que calo.
E muitas noites ainda virão... e meus olhos estarão fixos a te perseguir, fixos em tua boca... até que teus lábios me toquem, e eu os feche na esperança de que certas coisas nunca mais mudem...
Admito, que talvez não saiba como lidar com tudo isso, é tudo muito novo, e o novo quase sempre nos assusta, mas não pelo simples fato de ser inédito. Mas sim, porque também pode ser melhor, melhor do que foi antes, melhor do que qualquer experiência que eu possa ter. O novo é sempre uma caixa de surpresa, e eu o adoro quando me faz sorrir.
Queria te dizer tanta coisa, tudo que ainda não foi dito, tudo que nenhum homem já te disse ou vai dizer na loucura dessa vida, mas não seria o bastante... pois não se pode dizer num único instante o que levaria a eternidade para traduzir... então que bom que ainda temos tempo... pra nos escondermos e nos encontramos pelas esquinas dessa vida... de outras quem sabe... quem sabe aí, eu tenha coragem pra te dizer tudo que sinto, ou você sabedoria para ler tudo que calo.
E muitas noites ainda virão... e meus olhos estarão fixos a te perseguir, fixos em tua boca... até que teus lábios me toquem, e eu os feche na esperança de que certas coisas nunca mais mudem...
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Paixão
Quero me apaixonar perdidamente,
Apaixonar-me mil vezes
E ainda assim, mais uma vez de repente...
Quero a insegurança de não saber até quando...
E os namoros escondidos de toda a gente
Quero teus lábios molhados de desejo,
Ansiar em busca perdida por teus beijos...
e mesmo depois que encontra-los,
Quero desejá-los ainda mais...
Não quero amar-te...
Não quero a calma das aguas claras
Prefiro as noites de tormenta,
Onde só espero que me queiras
E em troca nada me peça
Não quero que me ame pela eternidade
Não te condenaria a tal pena,
Na paixão encontro campos abertos,
Vou apenas onde quero...
No amor só há castelos,
De muros firmes,
Mas logo a rotina vem e nos sufoca
E onde antes era seguro,
Não há mais portas
Agora só há, grades e muros
E fico preso...
Por isso, não te amarei eternamente...
Não me condenaria a tal pena...
Apaixonar-me mil vezes
E ainda assim, mais uma vez de repente...
Quero a insegurança de não saber até quando...
E os namoros escondidos de toda a gente
Quero teus lábios molhados de desejo,
Ansiar em busca perdida por teus beijos...
e mesmo depois que encontra-los,
Quero desejá-los ainda mais...
Não quero amar-te...
Não quero a calma das aguas claras
Prefiro as noites de tormenta,
Onde só espero que me queiras
E em troca nada me peça
Não quero que me ame pela eternidade
Não te condenaria a tal pena,
Na paixão encontro campos abertos,
Vou apenas onde quero...
No amor só há castelos,
De muros firmes,
Mas logo a rotina vem e nos sufoca
E onde antes era seguro,
Não há mais portas
Agora só há, grades e muros
E fico preso...
Por isso, não te amarei eternamente...
Não me condenaria a tal pena...
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