Quero me apaixonar perdidamente,
Apaixonar-me mil vezes
E ainda assim, mais uma vez de repente...
Quero a insegurança de não saber até quando...
E os namoros escondidos de toda a gente
Quero teus lábios molhados de desejo,
Ansiar em busca perdida por teus beijos...
e mesmo depois que encontra-los,
Quero desejá-los ainda mais...
Não quero amar-te...
Não quero a calma das aguas claras
Prefiro as noites de tormenta,
Onde só espero que me queiras
E em troca nada me peça
Não quero que me ame pela eternidade
Não te condenaria a tal pena,
Na paixão encontro campos abertos,
Vou apenas onde quero...
No amor só há castelos,
De muros firmes,
Mas logo a rotina vem e nos sufoca
E onde antes era seguro,
Não há mais portas
Agora só há, grades e muros
E fico preso...
Por isso, não te amarei eternamente...
Não me condenaria a tal pena...
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