Não deixe que o tempo te leve...
não me abandones, não hoje...
Não te acostume a mediocridade
principalmenete a minha...
Nós que quase nos amamos,
por vezes nos desencontramos...
ainda sinto minha mão te tocando na rua
e tuas formas...
tua cara de medo e exitação
te colocava contra o muro...
Era noite...
Uma noite em meio a toda vida...
Uma noite que se acaba e se desfaz no tempo...
Na memória...
E tivestes medo de mim...
De teus medos...
Resguardo tua identidade nessa poesia
És apenas uma moça sem nome...
Poderias ter sido mil moças
Ter tido mil nomes...
Mas me destes apenas teu silêncio...
Num universo de sensações indescritíveis
Nos atraimos e nos repudiamos por vezes
Seremos sempre as sombras...
Naquela noite eu já sabia...
estavamos destinados as sombras e aos segredos...
Resguardo tua identidade nessa poesia
Por fidelidade e egoismo
Essa é a minha alegria...
E de ser minha já és tua...
Entoa esse canto quando tiveres só...
Para que não nos descubram,
Para que nós não nos esqueçamos...
Att Leo Rocha
Adorei o seu poema santo!
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