De olhar no vazio,
Acabei prestando atenção,
Que às vezes o tempo,
É senhor da sua razão...
Às vezes o vento
Também muda de direção...
De mergulhar no nada,
Acabei achando uma outra entrada
Que dava esperança pro meu coração,
O que dizer disso então?
Não disse nada...
Deixa o tempo mudar...
Deixa a sorte chover e o inverno passar...
Quem sabe amanhã...
Mas hoje prefiro calar...
E depois...
O futuro que me espera,
É tão incerto quanto o nada,
Tão negro quanto a madrugada,
Que espera enamorada
A alvorda desvendá-la...
E no caos o tempo...
No coração dos homens o tempo...
E nas costas do tempo vou eu,
Buscando ser senhor do meu destino...
( Poesia e anarquia )
Às vezes o vento
Também muda de direção...
De mergulhar no nada,
Acabei achando uma outra entrada
Que dava esperança pro meu coração,
O que dizer disso então?
Não disse nada...
Deixa o tempo mudar...
Deixa a sorte chover e o inverno passar...
Quem sabe amanhã...
Mas hoje prefiro calar...
E depois...
O futuro que me espera,
É tão incerto quanto o nada,
Tão negro quanto a madrugada,
Que espera enamorada
A alvorda desvendá-la...
E no caos o tempo...
No coração dos homens o tempo...
E nas costas do tempo vou eu,
Buscando ser senhor do meu destino...
( Poesia e anarquia )