sexta-feira, 21 de setembro de 2012

de tempos em tempos...



De olhar no vazio,
Acabei prestando atenção,
Que às vezes o tempo,
É senhor da sua razão...
Às vezes o vento
Também muda de direção...

De mergulhar no nada,
Acabei achando uma outra entrada
Que dava esperança pro meu coração,
O que dizer disso então?

Não disse nada...
Deixa o tempo mudar...
Deixa a sorte chover e o inverno passar...
Quem sabe amanhã...
Mas hoje prefiro calar...

E depois...
O futuro que me espera,
É tão incerto quanto o nada,
Tão negro quanto a madrugada,
Que espera enamorada
A alvorda desvendá-la...

E no caos o tempo...
No coração dos homens o tempo...
E nas costas do tempo vou eu,
Buscando ser senhor do meu destino...

( Poesia e anarquia )

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