segunda-feira, 25 de abril de 2011

Poema dedicado.

As vezes o que há é um segundo de exitação
Capaz de de transformar o amor de uma vida
Num beijo não dado e esquecido
As vezes o que há é o medo e a escuridão
E tudo que gravita em torno de mim,
O que me atrai e o que se afasta
É meu universo em expansão
Tudo a minha volta é tênue e sereno...
Corpos que imagino tomam forma
Passaros migram para os trópicos...
Quisera eu poder buscar meus verões
Longe de teus braços....
Que sá, alçar vôos para países distantes...
Há idéias...
Sonhos que despencam como cometas
Cometas que galopam o universo,
Meu universo frio em expansão...
Meu pequeno quarto, inundado de minha imensurável solidão...
Estrelas cadentes...
Quisera eu despencar do além de maneira tão bela
Mas sou cavaleiro em noites eternas,
Meu universo de delírio em expansão...
O tempo...
Desfaz e espalha pessoas
feito poeira ao vento...
Algumas vezes passa rápido, n'outras é lento
Quisera eu ser como certos desejos,
Que se escondem em nós e não envelhecem
Meu universo jovem em constante formação.
Passaros migram, astros caem do infinito, estrelas nascem, outras morrem, o tempo escorre, pessoas sofrem, mãos me acenam quando partem, E Todos partem um dia...

Att Leo Rocha.

4 comentários:

  1. "Passaros migram, astros caem do infinito, estrelas nascem, outras morrem, o tempo escorre, pessoas sofrem, mãos me acenam quando partem, E Todos partem um dia..."
    Vei tu tá querendo morrer ou matar alguém??
    que porra é essa?? espero que vc tenha escrito isso antes desse feriado!
    abraço

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  2. Leo, me explique o que é isso ae mesmo!

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  3. Leo, virou como uma bomba atômica.

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