domingo, 15 de janeiro de 2012

A dança esquecida

Das coisas que só eu sei,
ninguém mais sabe...
Do que repudio
Da treva, do abismo, do nada...
É madrugada,
Terra desconhecida,
Fantasmas galopam soltos...
Medos vem a superfície da alma
Materializam-se...
A dança esquecida, o ritual...
Astros boiando no infinito, solitários e distantes
Quisera eu um ter-te dado a estrela mais brilhante
Não pude...
Como não puderam os amantes antes de mim...
Nenhuma estrela se arriscaria a brilhar perto de ti...
Nesta noite de obscura,
Há apenas a lembrança do clarão dos teus olhos se abrindo
E a solidão...
E tudo mais que repudio...
Os medos, as lembranças....
Demônios atormentados...
A dança esquecida, o ritual...

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