Nas noites mais frias
Deixemos as janelas abertas,
Para que os anjos vestidos de luz
Adentrem e dissipem a solidão.
Ainda haverá um tempo
Em que teremos a coragem
De nos lançarmos das mais altas janelas
E despencarmos para o infinito,
Acreditando no sonho que podemos voar
Como as mais belas borboletas azuis.
Então, como num sonho,
Plenamente livres voaremos...
Nos confundindo com o azul do céu...
Depois de pouco tempo...
A dor não há de existir.
Como nós também não existiremos.
ATT: Leo Rocha
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