Nos incomoda a insiguinificância que nos persegue,
Lançados numa existência de frequências tão breves
Se hoje somos logo não seremos,
Se ganhamos logo perdemos,
A mesma mão que nos presenteia nos rouba e nos fascina.
A mesma arma que nos salva, nos assassina....
Não há o que fazer...
Ah amor... gostaria de te mostrar o que o tempo tem feito comigo,
Dar-te quem sabe louco abrigo
Contra o meu algoz...
não posso.
Nem meu amor pude manter intácto,
O mesmo amor que jurei velar e proteger pela eternidade,
Não resistiu a chegada da alvorada,
Fazendo nascer em mim uma nova jornada,
Onde o que ontem era, agora jaz....
A vida caminha para o tragico tormento
do enfraquecimento das folhas que vão ao chão.
O que somos nós se não poeira e nada.
Que será tua boca longe da minha?
se não terra seca, sem nada a germinar.
Amores vem e se vão como caravelas a naufragar,
E não há neste largo mundo cena mais triste bela,
Se não um marujo e sua caravela sendo enterrados no fundo mar.
ATT Leo Rocha.
:DDDDDDDD
ResponderExcluirOi leo, amei a produção!
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