Att Leo Rocha
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Quando o verão acabar
Quando o verão acabar,
Não quero ter de me despedir,
Não quero ter de calar,
Não quero ter de partir...
Se eu chorar, não se lembre de mim assim...
Agora que o verão está acabando
Só quero ficar contigo,
Só quero que o tempo pare,
Só segurando sua mão
Não, não me deixe partir...
Não quero ter a sensação que te perdendo
Qualquer minuto longe é um minuto que morro
Morro um pouco a cada instante que te perco
Quero te ver chegar, salgada de mar...
Dourada de Sol...
Deitar com você na sala, te amar e adormecer...
Não, eu não quero acordar.
Não agora que o verão vem chegando ao fim
Quero ver esse seu sorriso bobo antes de dormir
E contar pra todo mundo que você é minha...
Sim você é minha, e já era mesmo antes de ser...
Quando o anjo soprou em você a vida e a predestinou a minha,
Não quero dizer adeus...
Não quero que meus olhos te percam de vista...
Quero dizer que você é minha vida,
Quero te olhar dormir e te ver acordar,
Quero estar no nosso lugar, ouvindo a nossa canção,
Quando o verão acabar.
Leo Rocha
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
paz
Finalmente a paz...
Mas quantas guerras eu travei,
Por vezes sangrei, por vezes chorei,
Por vezes de cansaço tombei, mas não desisti
Não desisti quando acharam que eu desistiria
Nem quando eu quis parar,
Quando a linha de chegada ficou um passo mais longe,
Eu estava sozinho quando no escuro fiz planos
Quando cantava e dançava em casa
Quando delirava e o fardo era pesado demais
Quando ninguém acreditou, aí eu sonhei...
Eu vim de longe...
Eu sou do interior...
Falo diferente e não me reconheço fora do meu lugar...
Já chorei só...
E senti o sal das minhas lágrimas
Todo homem é um mundo...
Cheio de oceanos a chorar e terras a descobrir..
Eu vim de muito longe e não foi fácil,
Mas eu cheguei e daqui não saio.
Mas quantas guerras eu travei,
Por vezes sangrei, por vezes chorei,
Por vezes de cansaço tombei, mas não desisti
Não desisti quando acharam que eu desistiria
Nem quando eu quis parar,
Quando a linha de chegada ficou um passo mais longe,
Eu estava sozinho quando no escuro fiz planos
Quando cantava e dançava em casa
Quando delirava e o fardo era pesado demais
Quando ninguém acreditou, aí eu sonhei...
Eu vim de longe...
Eu sou do interior...
Falo diferente e não me reconheço fora do meu lugar...
Já chorei só...
E senti o sal das minhas lágrimas
Todo homem é um mundo...
Cheio de oceanos a chorar e terras a descobrir..
Eu vim de muito longe e não foi fácil,
Mas eu cheguei e daqui não saio.
domingo, 14 de agosto de 2011
Nosso lugar
Quanto tempo faz?
Abri os olhos e estamos aqui,
Sob esse céu cravejado de estrelas...
Os sonhos, os medos, as perdas
Esse espirito de juventude que se acumula
Me rasgando a garganta num grito de liberdade
O novo mundo...
Depois dos oceanos e tempestades
Teus braços a ancorar navios,
Teus olhos turvos a colecionar naufrágios
O tempo...
Meus velhos amigos, a música fora de hora, a dança
A poesia encharcada da saudade de uma velha infância
Primeiros amores,
Nosso lugar escondido...
O tempo ganho juntos,
Conversando do futuro e de nós em meio a incertezas
Certos dias não se esquecem...
Nosso lugar...
Att Leo Rocha...
...
Abri os olhos e estamos aqui,
Sob esse céu cravejado de estrelas...
Os sonhos, os medos, as perdas
Esse espirito de juventude que se acumula
Me rasgando a garganta num grito de liberdade
O novo mundo...
Depois dos oceanos e tempestades
Teus braços a ancorar navios,
Teus olhos turvos a colecionar naufrágios
O tempo...
Meus velhos amigos, a música fora de hora, a dança
A poesia encharcada da saudade de uma velha infância
Primeiros amores,
Nosso lugar escondido...
O tempo ganho juntos,
Conversando do futuro e de nós em meio a incertezas
Certos dias não se esquecem...
Nosso lugar...
Att Leo Rocha...
...
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Anarquia
Alguma coisa se perdeu,
Como se perdem velhas idéias,
Como um poema que não se fez,
O verdadeiro poema,
Sobra a falta,-agora não sei...
Mas alguma coisa se perdeu...
Se perdeu no exato momento em que te vi,
Não soube o que dizer,
Talvez soubesse, - não disse...
A palavra se perdeu...
O que não se perde fica na alma
Como a neblina numa noite turva,
Há segredos que n conseguimos esquecer
Embora tentássemos, não foi suficiente
Apagar teu batom do meu lençol...
A mancha apenas crescia,
No lençol a menor das marcas,
As maiores trago em mim...
Como uma pedra atirada à vidraça,
É fácil saber quando as coisas fogem ao controle
O que não se calcula deveras é o estrago
Estamos sempre a minimizar, otimizar, consertar o irremediável..
O olhar lançado ou faz a preza ou é perdido,
A palavra dita ou germina ou é pedra atirada à vidraça
Irremediável qualquer das duas...
Mas nesta noite, na qual escrevo
Sinto que alguma coisa se perdeu
Talvez a poesia o olhar ou a pedra...
Que Sá a pureza da criança que se prostitui,
Se perdeu a violência do menino que rouba...
O sonho dos comunistas, a ideologia...
Sobram poetas, falta a poesia,
Sobram partidos, falta a politica,
Pouco importa de onde emana o poder,
Se os homens o concentram,
Todo homem nasce livre -está escrito-
De que me valem as palavras, se não possuem vida...
São como meus dias longe dos teus
Amor...
Porém nem tudo se perde, não se perde a fome
Quando a bala é perdida...
Nem se perde o sonho,
Quando o governo é exercido...
Sonhar desde as navegações sempre foi preciso.
Amor, onde está a esperança?
Que só encontro nos teus braços,
Lá o mundo me parece algo melhor...
Ando cheio de angústia e solidão...
Não te conto... ontem lhe mandei flores...
Se não chegaram foi porque no caminho,
Alguém deve tê-las perdidos.
Ah solidão...
E o destino de não mandar no coração
Coração anarquista, que só quer ser livre,
Que só quer ser leão,
Coração anarquista, que não aceita governo
Que sabe que o sangue é vermelho
E não tem medo de sangrar,
Como banalizamos tudo amor,
Os sonhos o sangue e nós
Que nos fez desprezarmos a vítima e amarmos o algoz...
Não encontramos aquilo, que por gerações,
Está perdido,
Por ironia do Destino
Dentro de nós.
Como se perdem velhas idéias,
Como um poema que não se fez,
O verdadeiro poema,
Sobra a falta,-agora não sei...
Mas alguma coisa se perdeu...
Se perdeu no exato momento em que te vi,
Não soube o que dizer,
Talvez soubesse, - não disse...
A palavra se perdeu...
O que não se perde fica na alma
Como a neblina numa noite turva,
Há segredos que n conseguimos esquecer
Embora tentássemos, não foi suficiente
Apagar teu batom do meu lençol...
A mancha apenas crescia,
No lençol a menor das marcas,
As maiores trago em mim...
Como uma pedra atirada à vidraça,
É fácil saber quando as coisas fogem ao controle
O que não se calcula deveras é o estrago
Estamos sempre a minimizar, otimizar, consertar o irremediável..
O olhar lançado ou faz a preza ou é perdido,
A palavra dita ou germina ou é pedra atirada à vidraça
Irremediável qualquer das duas...
Mas nesta noite, na qual escrevo
Sinto que alguma coisa se perdeu
Talvez a poesia o olhar ou a pedra...
Que Sá a pureza da criança que se prostitui,
Se perdeu a violência do menino que rouba...
O sonho dos comunistas, a ideologia...
Sobram poetas, falta a poesia,
Sobram partidos, falta a politica,
Pouco importa de onde emana o poder,
Se os homens o concentram,
Todo homem nasce livre -está escrito-
De que me valem as palavras, se não possuem vida...
São como meus dias longe dos teus
Amor...
Porém nem tudo se perde, não se perde a fome
Quando a bala é perdida...
Nem se perde o sonho,
Quando o governo é exercido...
Sonhar desde as navegações sempre foi preciso.
Amor, onde está a esperança?
Que só encontro nos teus braços,
Lá o mundo me parece algo melhor...
Ando cheio de angústia e solidão...
Não te conto... ontem lhe mandei flores...
Se não chegaram foi porque no caminho,
Alguém deve tê-las perdidos.
Ah solidão...
E o destino de não mandar no coração
Coração anarquista, que só quer ser livre,
Que só quer ser leão,
Coração anarquista, que não aceita governo
Que sabe que o sangue é vermelho
E não tem medo de sangrar,
Como banalizamos tudo amor,
Os sonhos o sangue e nós
Que nos fez desprezarmos a vítima e amarmos o algoz...
Não encontramos aquilo, que por gerações,
Está perdido,
Por ironia do Destino
Dentro de nós.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
me falte
Não me complete, me falte
Me faça te procurar em todos os lugares
Te lembrar em todas as canções
Te contar em todas as minhas histórias.
Não me prometa nada...
Me deixe ser feliz...
E dance comigo, seja em casa, ou na chuva
Me beije quando chover...
Me escreva se eu silenciar,
Silencie quando lhe escrever
Me venha de braços abertos e mãos vazias...
Me fale de você e jamais queira saber sobre mim...
E se for amor, que seja o que for...
Mas se não for, -me esqueça por favor-
Cante comigo enquanto sigo em frente,
Parta quando tiver de ir, e não quando tiver vontade
Mas ao retornar, venha quando quiser...
Eu sempre estarei aqui...
Mas se não for amor -me perdoe por favor-
segunda-feira, 25 de julho de 2011
lembranças
" no fim das contas não importa como as coisas acontecem, o que importa é como lembramos delas, porque o agora é passageiro, mas as lembranças essas são eternas..."
sábado, 23 de julho de 2011
Escola
Parte de minha alma presa a tuas escadas
Vendo o por do sol...
O correr da juventude...
Teus muros, minha fortaleza,
Abrigaram os primeiros amores...
Pegar carona na estrada de volta pra casa
Queria que alguma condução me levasse de volta pra ti...
A juventude tranviada, a rebeldia, a imortalidade
Tardes de sol forte tocando violão
Manhas e noites frias a espera do pão
A vida...
Tantos nomes, pessoas, saudades e solidão...
Vendo o por do sol...
O correr da juventude...
Teus muros, minha fortaleza,
Abrigaram os primeiros amores...
Pegar carona na estrada de volta pra casa
Queria que alguma condução me levasse de volta pra ti...
A juventude tranviada, a rebeldia, a imortalidade
Tardes de sol forte tocando violão
Manhas e noites frias a espera do pão
A vida...
Tantos nomes, pessoas, saudades e solidão...
quinta-feira, 14 de julho de 2011
O mundo não acabou
O mundo não acabou quando eu caí
Quando eu reaprendi a andar
Não acabou quando noé fez a arca
Nem quando eu me vi sozinho pela primeira vez,
Quando eu tive medo do escuro,
Ou quando o dia se fez
Não acabou quando eu descobri que meu primeiro amor não me amava
Nem quando eu sentei sozinho no campo e vi que não seria jogador
Mas quem nunca quis ser astronauta? ou mesmo Drº
Não acabou quando eu perdi,
Não acabou quando você perdeu...
Não acabou quando eu quis que acabasse,
Quando fui ridículo,
O mundo não acabou quando o muro de Berliin caiu,
Nem quando os EUA fizeram o ataque nuclear
Não acabou quando perdi a melhor festa,
O Mundo não acabou quando Maomé subiu ao céu
Nem quando Zuleide virou Ezequiel,
Não acabou na revolução industrial,
Nem quando Marx escreveu o capital
O mundo não acabou quando a poesia não veio,
Nem quando eu me admirei e me achei feio,
O mundo não acabou quando eu nasci pobre,
Pensei que iria acabar quando deixei o norte...
Mas ô bicho velho é o mundo,
casca dura, velho forte
Não acabou quando morri de dor,
Ou quando chorei por amor
Não há de ser hoje, que esse vasto mundo vai acabar
O segredo é não deixar a peteca cair
E aprender a jogar.
Derrotas são coisas da vida....
Derrotas são como as feridas
Uma hora vão cicatrizar
E o mundo, ah... esse não vai se acabar.
Leo Rocha
Quando eu reaprendi a andar
Não acabou quando noé fez a arca
Nem quando eu me vi sozinho pela primeira vez,
Quando eu tive medo do escuro,
Ou quando o dia se fez
Não acabou quando eu descobri que meu primeiro amor não me amava
Nem quando eu sentei sozinho no campo e vi que não seria jogador
Mas quem nunca quis ser astronauta? ou mesmo Drº
Não acabou quando eu perdi,
Não acabou quando você perdeu...
Não acabou quando eu quis que acabasse,
Quando fui ridículo,
O mundo não acabou quando o muro de Berliin caiu,
Nem quando os EUA fizeram o ataque nuclear
Não acabou quando perdi a melhor festa,
O Mundo não acabou quando Maomé subiu ao céu
Nem quando Zuleide virou Ezequiel,
Não acabou na revolução industrial,
Nem quando Marx escreveu o capital
O mundo não acabou quando a poesia não veio,
Nem quando eu me admirei e me achei feio,
O mundo não acabou quando eu nasci pobre,
Pensei que iria acabar quando deixei o norte...
Mas ô bicho velho é o mundo,
casca dura, velho forte
Não acabou quando morri de dor,
Ou quando chorei por amor
Não há de ser hoje, que esse vasto mundo vai acabar
O segredo é não deixar a peteca cair
E aprender a jogar.
Derrotas são coisas da vida....
Derrotas são como as feridas
Uma hora vão cicatrizar
E o mundo, ah... esse não vai se acabar.
Leo Rocha
quinta-feira, 7 de julho de 2011
falar de amor é piégas
De olhos fixos na porta,
Aguardo o momento em que você entrará porta à dentro,
Sorriso no rosto, cabelo ao vento,
De braços abertos
Um abraço lento...
Desses capaz de parar o tempo,
Falar de amor parece piegas,
Falar de amor pra voçê é minha anarquia,
Teu corpo é meu país
Quarto vazio, tua falta...
Minha mão perdida no vazio,
Minhas pernas caçando as tuas,
Meu ser misturado ao teu....
Coisas dessa vida...
Planos pro futuro,
Só entende quem ama,
Quem tem alguem que lhe dá calma,
Que lhe completa a alma,
Pensar em você me faz sorrir...
Alguma coisa por dizer...
Eu te... amo...
...
Leo Rocha
Aguardo o momento em que você entrará porta à dentro,
Sorriso no rosto, cabelo ao vento,
De braços abertos
Um abraço lento...
Desses capaz de parar o tempo,
Falar de amor parece piegas,
Falar de amor pra voçê é minha anarquia,
Teu corpo é meu país
Quarto vazio, tua falta...
Minha mão perdida no vazio,
Minhas pernas caçando as tuas,
Meu ser misturado ao teu....
Coisas dessa vida...
Planos pro futuro,
Só entende quem ama,
Quem tem alguem que lhe dá calma,
Que lhe completa a alma,
Pensar em você me faz sorrir...
Alguma coisa por dizer...
Eu te... amo...
...
Leo Rocha
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Paradoxo
Ah... amigo,
Eu tenho que ir, se não é permitido ficar
E tenho sempre que lutar, quando quero render
Seria facil vencer, se não soubesse chorar
Abandonar, se não houvesse o querer,
Ando contra o vento
Pés descalsos, Sandalhas à mão
Peito aberto, Pés no chão
Mente sã, coração de leão
Seria mais fácil viver, se não houvesse o destino
Crescer, sem perder o menino
Que de olhar o mar se encanta,
Vê em tanta imensidão tamanha insegurança,
E a quem lhe dá a mão a maior confiança
Pouco importa o dia de amanha,
Eu vivo pouco a pouco
Pouco importa a minha sanidade
Eu já estou mesmo meio louco,
Seria mais facil entregar, se não fosse necessário lutar
E matar todos os meus sonhos, se não tivesse que os enterrar
ATT Leo Rocha
Eu tenho que ir, se não é permitido ficar
E tenho sempre que lutar, quando quero render
Seria facil vencer, se não soubesse chorar
Abandonar, se não houvesse o querer,
Ando contra o vento
Pés descalsos, Sandalhas à mão
Peito aberto, Pés no chão
Mente sã, coração de leão
Seria mais fácil viver, se não houvesse o destino
Crescer, sem perder o menino
Que de olhar o mar se encanta,
Vê em tanta imensidão tamanha insegurança,
E a quem lhe dá a mão a maior confiança
Pouco importa o dia de amanha,
Eu vivo pouco a pouco
Pouco importa a minha sanidade
Eu já estou mesmo meio louco,
Seria mais facil entregar, se não fosse necessário lutar
E matar todos os meus sonhos, se não tivesse que os enterrar
ATT Leo Rocha
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Em silêncio, deixo pegadas na poeira de casa,
O mesmo silêncio que perseguiu meu pai,
Enquanto olhava esperançoso o céu desabar
Sobre nossas cabeças,
Meu irmão partiu com sua bolsa cheias de sonhos,
Foi ver o mundo e suas maravilhas,
Ao longe babel e suas línguas,
Interrompem o silêncio, que outrora era o choque
Do mundo devastado por ataques nucleares...
Nos olhos marejados a tristeza,
Solidão quem sabe outro dia,
Pouco importa os despotas,
De que vale os reinos, sem os sonhos...
Os ecombros,
Eu passeando sobre o que sobrou de minha casa
Buscando vida, objetos particulares, memórias...
O que sobrou da vida que nunca foi tão boa,
E justamente por ser assim,
Dá-me a impressão que era melhor...
E volta a me perseguir o silêncio,
O mesmo silêncio que habitava o nada,
Quando o mundo ainda não era o mundo,
E tua imagem incompleta já refletia nos olhos de Deus...
Agora é trade, muito tarde,
Casais se esfregam nas muretas do suburbio,
Homens mortos, torturados, atormentados...
A dor do aço cortando a pele,
E o sangue jorrando pela julgular...
Mas na poesia não há sangue,
Não há notas de jornais,
Não nesta noite de silêncio,
O mesmo silêncio que pairava, quando de leve vi tua sombra
Me perseguir por todas as noites
Desde o fatidico dia de tua partida...
Não há mais nada dizer...
É o lamento, da inoscência violentada,
Do sonho frustado,
Ainda assim temos sorte, estamos vivos...
O que mais esperar?
Os tempores no mundo são eternos,
Por isso Deus criou as grutas, sombras e os maus...
Para que o mundo fosse um lugar temível,
E ama os bons e os maus, da mesma forma que os ateus
Para que os tementes não se julguem melhor
Pouco inporta o melhor, se não há escolha
Recorro a poesia...
Melhor seria uma canção que todos entoassem,
O que tenho é o silêncio da poesia não lida,
De tê-la, tenho muito...
E quanto ao muito que se perdeu?
No epitáfio o silêncio.
Att Leo Rocha
O mesmo silêncio que perseguiu meu pai,
Enquanto olhava esperançoso o céu desabar
Sobre nossas cabeças,
Meu irmão partiu com sua bolsa cheias de sonhos,
Foi ver o mundo e suas maravilhas,
Ao longe babel e suas línguas,
Interrompem o silêncio, que outrora era o choque
Do mundo devastado por ataques nucleares...
Nos olhos marejados a tristeza,
Solidão quem sabe outro dia,
Pouco importa os despotas,
De que vale os reinos, sem os sonhos...
Os ecombros,
Eu passeando sobre o que sobrou de minha casa
Buscando vida, objetos particulares, memórias...
O que sobrou da vida que nunca foi tão boa,
E justamente por ser assim,
Dá-me a impressão que era melhor...
E volta a me perseguir o silêncio,
O mesmo silêncio que habitava o nada,
Quando o mundo ainda não era o mundo,
E tua imagem incompleta já refletia nos olhos de Deus...
Agora é trade, muito tarde,
Casais se esfregam nas muretas do suburbio,
Homens mortos, torturados, atormentados...
A dor do aço cortando a pele,
E o sangue jorrando pela julgular...
Mas na poesia não há sangue,
Não há notas de jornais,
Não nesta noite de silêncio,
O mesmo silêncio que pairava, quando de leve vi tua sombra
Me perseguir por todas as noites
Desde o fatidico dia de tua partida...
Não há mais nada dizer...
É o lamento, da inoscência violentada,
Do sonho frustado,
Ainda assim temos sorte, estamos vivos...
O que mais esperar?
Os tempores no mundo são eternos,
Por isso Deus criou as grutas, sombras e os maus...
Para que o mundo fosse um lugar temível,
E ama os bons e os maus, da mesma forma que os ateus
Para que os tementes não se julguem melhor
Pouco inporta o melhor, se não há escolha
Recorro a poesia...
Melhor seria uma canção que todos entoassem,
O que tenho é o silêncio da poesia não lida,
De tê-la, tenho muito...
E quanto ao muito que se perdeu?
No epitáfio o silêncio.
Att Leo Rocha
quarta-feira, 1 de junho de 2011
textozinho
"adeus... deveria ter dito, calei. Assim tem sido a vida, um misto de ações que faço ou deixo de fazer, que me impulsionam para a esqueda ou para direita, para cima ou para baixo, para ti ou para longe de ti.
Há muito tempo ando longe, tanto tempo longe de casa, as vezes não sei se ainda tenho casa, um lugar pra voltar, pra chamar de meu, acho que isso, como muitas outras coisas se perdeu também, mas diz o ditado que "a gente se vira com o que tem", afinal quem não tem cão caça com gato, mas a minha caçada é no maximo uma pescria, um ato paciente e solitário, em silêncio pra não espantar os peixes, rezando pra queo tempo não vire, mas desde de já eu sei, o tempo vira e vira depressa, chego a pensar que padeço daquele mal "Rocky balboa" sempre obrigado a arrancar um nocaute no último minuto, não basta ser apenas uma luta, tem sempre que ser uma guerra, e tal qual um bom "Rocky", a vitória nem sempre vem, o perdedor também tem seu charme, quando a diferença da vitória e da derrota é decidida por um tríz, quando as bilheterias pedem bís.
É dura essa sensação de ser impar no mundo, como diria um famoso poeta mineiro "ser gauche na vida", ha! carlos esse bonde ainda passa cheio de pernas, me pergunto por onde andam as pessoas, a gente de verdade? atrás das telas dos computarores, nas alcovas dos escritórios nos grandes centros, enforcados nas gravatas, sufocados nos paletós, não há mais tempo para namorar o balanço dos quadrís das garotas de ipanema, da augusta ou seja lá de onde for, há menos ainda para passar "uma tarde em Itapoã, ao sol que are em itapoã... falar de amor em Itapoã.
De amor pouco falo, vivi e sei, que de amor, não há muito o que se falar e mesmo que se fale, não é nada comparado ao que se sente, eu já não sinto muita coisa, a indiferença pela dor alheia, a falta de emoções da adolescência e uma busca frenética pelo sucesso me tomam muito tempo, não sou tão viciceral quanto o "Rocky"."
Att Leo Rocha
Há muito tempo ando longe, tanto tempo longe de casa, as vezes não sei se ainda tenho casa, um lugar pra voltar, pra chamar de meu, acho que isso, como muitas outras coisas se perdeu também, mas diz o ditado que "a gente se vira com o que tem", afinal quem não tem cão caça com gato, mas a minha caçada é no maximo uma pescria, um ato paciente e solitário, em silêncio pra não espantar os peixes, rezando pra queo tempo não vire, mas desde de já eu sei, o tempo vira e vira depressa, chego a pensar que padeço daquele mal "Rocky balboa" sempre obrigado a arrancar um nocaute no último minuto, não basta ser apenas uma luta, tem sempre que ser uma guerra, e tal qual um bom "Rocky", a vitória nem sempre vem, o perdedor também tem seu charme, quando a diferença da vitória e da derrota é decidida por um tríz, quando as bilheterias pedem bís.
É dura essa sensação de ser impar no mundo, como diria um famoso poeta mineiro "ser gauche na vida", ha! carlos esse bonde ainda passa cheio de pernas, me pergunto por onde andam as pessoas, a gente de verdade? atrás das telas dos computarores, nas alcovas dos escritórios nos grandes centros, enforcados nas gravatas, sufocados nos paletós, não há mais tempo para namorar o balanço dos quadrís das garotas de ipanema, da augusta ou seja lá de onde for, há menos ainda para passar "uma tarde em Itapoã, ao sol que are em itapoã... falar de amor em Itapoã.
De amor pouco falo, vivi e sei, que de amor, não há muito o que se falar e mesmo que se fale, não é nada comparado ao que se sente, eu já não sinto muita coisa, a indiferença pela dor alheia, a falta de emoções da adolescência e uma busca frenética pelo sucesso me tomam muito tempo, não sou tão viciceral quanto o "Rocky"."
Att Leo Rocha
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Meu monólogo
Se eu fosse lhe contar o que eu já fiz, por onde andei, as coisas que eu vi, você não acreditária. Como pode você que viu as coisa mais fantásticas pela tv de sua casa, sentado no seu sofá comodo, entender qual o sabor que tem a manga tirada no pé, como é olhar a noite no fundo de uma motocicleta e ver as estrelas e se sentir pequeno, como é ficar perdido no meio do caminho com um amigo... você não me entenderia... Não me compreenderia agora, nem nunca... Eu que nasci só, que andei só e quantas vezes caí, eu que tive medo, que na última hora exitei, que namorei escondido, que enterrei tesouros quando criança, Não dá pra dizer qual temperatura tem a terra sem sujar as mãos no barro, o mesmo barro que Deus criou o Homem... Posso lhe contar minhas histórias, mas prefiro por hora esquecê-las, pra não morrer de saudade, na verdade de saudade eu vivo.
Outrora caminhos se abriram e os percorri, me perdi, te encontrei, Mas como poderia você seguir outro caminho, se não o dá contra mão do meu, pés no chão, adeus...
Eu galopando a solidão, meu cavalo de passos leves, leves como as mãos de um ladrão, procurei abrigo onde não havia, fiz juras a quem não merecia, tive perdas, negociei ganhos, Só não me peça pra explicar como é que se paga caro. Meu caro! Isso é um corte que trago aberto, um folha que trago em branco, uma conta pra acertar.
Na hora da partida ama-se mais, não ama-se apenas o fim, ama-se o início, o doce início... e tudo que se sucede depois dele, mas isso só sente quem parte, quem deixa, quem perde, numa metáfora infeliz quem parte está partido.
AH! monologo de silabas tortas, eu que sou monossilabo, escrevo o que não calo, deveria ser outro, ser burrro, deveria nunca ter te encontrado, para poder dormir em paz à noite.
Tem coisas que não mudam, não dá pra mostrar quão belo é o mundo, e quão grande as suas mazelas, para quem não vê, nem dá pra sentir o quanto a música emociona, para quem não houve, tão pouco nos conforta a palavra de quem não fala, nos sobram os gestos, uma série deles, o que por carinho recordamos ou que por mágua nunca conseguimos esquecer.
Como posso lhe contar sobre a nossa juventude, lhe dizer o quanto ela é efêmera, Você só saberá se ela ja tiver passado... é como um sopro, você a sente, ela lhe refresca, acaricia seu rosto, seus cabelos, mas passa depressa.
Amar, poderia lhe contar que amei, por diversas vezes amei, que foi bom, que me fazia sentir único, mas dessas coisas da adolescência, quase não lembro, ou prefiro não lembrar.
Att Leo Rocha
Outrora caminhos se abriram e os percorri, me perdi, te encontrei, Mas como poderia você seguir outro caminho, se não o dá contra mão do meu, pés no chão, adeus...
Eu galopando a solidão, meu cavalo de passos leves, leves como as mãos de um ladrão, procurei abrigo onde não havia, fiz juras a quem não merecia, tive perdas, negociei ganhos, Só não me peça pra explicar como é que se paga caro. Meu caro! Isso é um corte que trago aberto, um folha que trago em branco, uma conta pra acertar.
Na hora da partida ama-se mais, não ama-se apenas o fim, ama-se o início, o doce início... e tudo que se sucede depois dele, mas isso só sente quem parte, quem deixa, quem perde, numa metáfora infeliz quem parte está partido.
AH! monologo de silabas tortas, eu que sou monossilabo, escrevo o que não calo, deveria ser outro, ser burrro, deveria nunca ter te encontrado, para poder dormir em paz à noite.
Tem coisas que não mudam, não dá pra mostrar quão belo é o mundo, e quão grande as suas mazelas, para quem não vê, nem dá pra sentir o quanto a música emociona, para quem não houve, tão pouco nos conforta a palavra de quem não fala, nos sobram os gestos, uma série deles, o que por carinho recordamos ou que por mágua nunca conseguimos esquecer.
Como posso lhe contar sobre a nossa juventude, lhe dizer o quanto ela é efêmera, Você só saberá se ela ja tiver passado... é como um sopro, você a sente, ela lhe refresca, acaricia seu rosto, seus cabelos, mas passa depressa.
Amar, poderia lhe contar que amei, por diversas vezes amei, que foi bom, que me fazia sentir único, mas dessas coisas da adolescência, quase não lembro, ou prefiro não lembrar.
Att Leo Rocha
Responda-me
Escrevo com o peso das lagrimas que molham o papel...
com as letras tremulas de tanta saudade...
com o olhar perdido entre nuvens e gotas de chuva,
como quem te procura em meio a cada detalhe...
com o coração na mão, em busca de paz...
escrevo não para que saiba que te amo,
isso é óbvio para todos em minha volta,
tão pouco, para falar de tuas formas que tanto venero...
hoje, escrevo para esperar uma resposta...
e que nela venha todo o amor do mundo
para que eu tenha motivo para lhe escrever milhares de outras vezes...
escrevo para que saiba que estou vivo...
e o motivo para isso, é escrever..
mandar que leia as antigas cartas porque não são pretéritas,
poderia enviá-las, qualquer uma no dia de hoje
caberia perfeitamente a ocasião
porque é assim que te amo
só hoje...
ATT Leo Rocha
com as letras tremulas de tanta saudade...
com o olhar perdido entre nuvens e gotas de chuva,
como quem te procura em meio a cada detalhe...
com o coração na mão, em busca de paz...
escrevo não para que saiba que te amo,
isso é óbvio para todos em minha volta,
tão pouco, para falar de tuas formas que tanto venero...
hoje, escrevo para esperar uma resposta...
e que nela venha todo o amor do mundo
para que eu tenha motivo para lhe escrever milhares de outras vezes...
escrevo para que saiba que estou vivo...
e o motivo para isso, é escrever..
mandar que leia as antigas cartas porque não são pretéritas,
poderia enviá-las, qualquer uma no dia de hoje
caberia perfeitamente a ocasião
porque é assim que te amo
só hoje...
ATT Leo Rocha
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O poema não tem fim...
O meu poema não tem fim...
Acaba-se o verso,
Mas não a poesia em mim...
ATT Leo Rocha
Acaba-se o verso,
Mas não a poesia em mim...
ATT Leo Rocha
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Grande são as perdas
Gandes são as perdas que carregamos por um vida inteira.
Os olhos que nos perseguem e observam,
Dilaceram a alma, doem tanto...
Que depois não conseguimos sentir mais nada,
Grandes são as perdas que se se dão depressa,
Numa fração de segundos, numa porta entreaberta
Aquele sol que varava o quarto,
Tranformou-se num dia nublado, cinza...
Sem sabor...
Grande são as perdas, quando não esperamos perder
Quando amamos desesperadamente,
E quando não sabiamos que amavamos,
Como uma pedra lançada ao fundo do lago
A tristerza vai nos submergino,
A superfície e seu espelho se quebraram, pouco importa...
Grandes são as perdas que se dão num dia qualquer,
Sem hora, Nem data,
Apenas um postal que dizia: Goodbay!
Grande é a perda do amigo, do ente querido, do ser amado.
Grande é a perda da capacidade de amar, sonhar, se sensibilizar
O dia passa lento...
Quisera eu não ter pertido o poema,
Mas foi melhor tê-lo lido,
Grandes são as perdas irremediaveis, irreparaveis, inesquecíveis
Que se entranham em nós
Como um perfume que que quer sair...
Quisera eu que a bola não tivesse quebrado a vidraça,
Que ela não tivesse cruzado a rua,
Que a morte não estivesse a persegui-la,
O carro...o sinal... as guerras... os homens... os anjos... misseis direcionados... balas perdidas... A economia... a grade depressão... minha mãe afogada em tristesas... a fome... Os homens que agrediram os rapaz na esquina... o sonho do comunismo... o corpo lançado do alto do 20º andar... a mulher atropelada... a perda da inoscência... o poligono das secas, o mar e suas profundezas que colecionam navios naufragos, sonhos de riquesa, tesouros e descobertas...minha cidade natal... o choro...
Att Leo Rocha
Os olhos que nos perseguem e observam,
Dilaceram a alma, doem tanto...
Que depois não conseguimos sentir mais nada,
Grandes são as perdas que se se dão depressa,
Numa fração de segundos, numa porta entreaberta
Aquele sol que varava o quarto,
Tranformou-se num dia nublado, cinza...
Sem sabor...
Grande são as perdas, quando não esperamos perder
Quando amamos desesperadamente,
E quando não sabiamos que amavamos,
Como uma pedra lançada ao fundo do lago
A tristerza vai nos submergino,
A superfície e seu espelho se quebraram, pouco importa...
Grandes são as perdas que se dão num dia qualquer,
Sem hora, Nem data,
Apenas um postal que dizia: Goodbay!
Grande é a perda do amigo, do ente querido, do ser amado.
Grande é a perda da capacidade de amar, sonhar, se sensibilizar
O dia passa lento...
Quisera eu não ter pertido o poema,
Mas foi melhor tê-lo lido,
Grandes são as perdas irremediaveis, irreparaveis, inesquecíveis
Que se entranham em nós
Como um perfume que que quer sair...
Quisera eu que a bola não tivesse quebrado a vidraça,
Que ela não tivesse cruzado a rua,
Que a morte não estivesse a persegui-la,
O carro...o sinal... as guerras... os homens... os anjos... misseis direcionados... balas perdidas... A economia... a grade depressão... minha mãe afogada em tristesas... a fome... Os homens que agrediram os rapaz na esquina... o sonho do comunismo... o corpo lançado do alto do 20º andar... a mulher atropelada... a perda da inoscência... o poligono das secas, o mar e suas profundezas que colecionam navios naufragos, sonhos de riquesa, tesouros e descobertas...minha cidade natal... o choro...
Att Leo Rocha
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Hey man!
Há um grade amigo...
"O vento vai dizer, lento o que virá..."
( Los Hermanos )
Hey man! já era o tempo de herói...
O tempo de mocinhas e cowbo's...
Agora acabou...
A inoscência tão nossa, passou...
Mas hey man! Eu não me Canso de lembrar,
Não, eu não me canso...
De viver a vida e deixar levar
Pra ver se um dia a gente entende
O que não dá pra entender
Hey man! onde estão tuas palavras sinceras,
Nas horas mais imprecias
Quando ninguem as queria ouvir...
Eu sempre as escutei...
Hey! já vem vindo o inverno outra vez...
Tudo mundou muito,
Eu sei...
Já não somos mais meninos,
Querendo chamar atenção
E faz tempo que não te vejo,
Pra poder dizer...
Brother, amigo, irmão...
Palavras que quase não digo
Hey man! Pra onde a gente vai?
Lá tem passagem de volta?
Ou é só o céu e a imensidão
Quero antes o céu de outrora
E tua coragem,
De ir por onde quase ninguem foi...
Deixa esse inverno pra lá....
Que hoje é tudo frio e distante,
Deixa o canal fora do ar
pelo menos um instante
E o que tiver de vir, virá
Não sou nenhum negociante...
Hey man! eu vou fugindo a galope
Antes que o tempo me alcanse de novo
Antes que ele me roube como num jogo
Eu vou fugino a galope...
Att Leo Rocha
"O vento vai dizer, lento o que virá..."
( Los Hermanos )
Hey man! já era o tempo de herói...
O tempo de mocinhas e cowbo's...
Agora acabou...
A inoscência tão nossa, passou...
Mas hey man! Eu não me Canso de lembrar,
Não, eu não me canso...
De viver a vida e deixar levar
Pra ver se um dia a gente entende
O que não dá pra entender
Hey man! onde estão tuas palavras sinceras,
Nas horas mais imprecias
Quando ninguem as queria ouvir...
Eu sempre as escutei...
Hey! já vem vindo o inverno outra vez...
Tudo mundou muito,
Eu sei...
Já não somos mais meninos,
Querendo chamar atenção
E faz tempo que não te vejo,
Pra poder dizer...
Brother, amigo, irmão...
Palavras que quase não digo
Hey man! Pra onde a gente vai?
Lá tem passagem de volta?
Ou é só o céu e a imensidão
Quero antes o céu de outrora
E tua coragem,
De ir por onde quase ninguem foi...
Deixa esse inverno pra lá....
Que hoje é tudo frio e distante,
Deixa o canal fora do ar
pelo menos um instante
E o que tiver de vir, virá
Não sou nenhum negociante...
Hey man! eu vou fugindo a galope
Antes que o tempo me alcanse de novo
Antes que ele me roube como num jogo
Eu vou fugino a galope...
Att Leo Rocha
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Poema Santo
Não deixe que o tempo te leve...
não me abandones, não hoje...
Não te acostume a mediocridade
principalmenete a minha...
Nós que quase nos amamos,
por vezes nos desencontramos...
ainda sinto minha mão te tocando na rua
e tuas formas...
tua cara de medo e exitação
te colocava contra o muro...
Era noite...
Uma noite em meio a toda vida...
Uma noite que se acaba e se desfaz no tempo...
Na memória...
E tivestes medo de mim...
De teus medos...
Resguardo tua identidade nessa poesia
És apenas uma moça sem nome...
Poderias ter sido mil moças
Ter tido mil nomes...
Mas me destes apenas teu silêncio...
Num universo de sensações indescritíveis
Nos atraimos e nos repudiamos por vezes
Seremos sempre as sombras...
Naquela noite eu já sabia...
estavamos destinados as sombras e aos segredos...
Resguardo tua identidade nessa poesia
Por fidelidade e egoismo
Essa é a minha alegria...
E de ser minha já és tua...
Entoa esse canto quando tiveres só...
Para que não nos descubram,
Para que nós não nos esqueçamos...
Att Leo Rocha
não me abandones, não hoje...
Não te acostume a mediocridade
principalmenete a minha...
Nós que quase nos amamos,
por vezes nos desencontramos...
ainda sinto minha mão te tocando na rua
e tuas formas...
tua cara de medo e exitação
te colocava contra o muro...
Era noite...
Uma noite em meio a toda vida...
Uma noite que se acaba e se desfaz no tempo...
Na memória...
E tivestes medo de mim...
De teus medos...
Resguardo tua identidade nessa poesia
És apenas uma moça sem nome...
Poderias ter sido mil moças
Ter tido mil nomes...
Mas me destes apenas teu silêncio...
Num universo de sensações indescritíveis
Nos atraimos e nos repudiamos por vezes
Seremos sempre as sombras...
Naquela noite eu já sabia...
estavamos destinados as sombras e aos segredos...
Resguardo tua identidade nessa poesia
Por fidelidade e egoismo
Essa é a minha alegria...
E de ser minha já és tua...
Entoa esse canto quando tiveres só...
Para que não nos descubram,
Para que nós não nos esqueçamos...
Att Leo Rocha
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Longe de ti
... Longe de ti, a tormenta é certa...
os dias são todos tempestuosos,
marcados pela tua ausência
que em mim nada mais é do que perda
perda de dias maravilhosos,
amo-te vida...
amo-te tanto...
que danço ao som de tua voz
caminho à sombra de teus passos
teu sorriso me faz feliz e
tuas mãos me acalmam.
em teu corpo fiz meu templo...
Att Leo Rocha
os dias são todos tempestuosos,
marcados pela tua ausência
que em mim nada mais é do que perda
perda de dias maravilhosos,
amo-te vida...
amo-te tanto...
que danço ao som de tua voz
caminho à sombra de teus passos
teu sorriso me faz feliz e
tuas mãos me acalmam.
em teu corpo fiz meu templo...
Att Leo Rocha
Rotas traçadas
Um dia paramos e pensamos... E percebemos que de nada adiantaram as rotas traçadas, se não como mera especulação de caminhos a seguir.
Não da pra prever o futuro, porque quase sempre nos deparamos com coisas inesperadas, o que exige uma maior e mais aperfeiçoada formula de raciocínio e habilidade que determinará se evoluiremos ou seremos extintos. Alguns diriam que isso se deve a um determinismo científico Darwiniano, outros as escolhas divinas, eu particularmente, atribuo apenas ao destino e seu senso de humor cruel.
No entanto, não desprezo a possibilidade de cada homem tomar as rédeas de seu destino. Talvez esses, não sejam os mais fortes e inteligentes, ou os mais velozes e vorazes, talvez sejam apenas os mais adaptáveis, afinal de contas, não desprezemos o exemplo das insignificantes baratas que atravessaram os milênios e sobrevivem até hoje nos locais mais inóspitos. E aí, a gente para e pensa... Às vezes os favoritos caem por serem belos e imponentes e chamarem toda atenção para si.
Att Leo Rocha
Não da pra prever o futuro, porque quase sempre nos deparamos com coisas inesperadas, o que exige uma maior e mais aperfeiçoada formula de raciocínio e habilidade que determinará se evoluiremos ou seremos extintos. Alguns diriam que isso se deve a um determinismo científico Darwiniano, outros as escolhas divinas, eu particularmente, atribuo apenas ao destino e seu senso de humor cruel.
No entanto, não desprezo a possibilidade de cada homem tomar as rédeas de seu destino. Talvez esses, não sejam os mais fortes e inteligentes, ou os mais velozes e vorazes, talvez sejam apenas os mais adaptáveis, afinal de contas, não desprezemos o exemplo das insignificantes baratas que atravessaram os milênios e sobrevivem até hoje nos locais mais inóspitos. E aí, a gente para e pensa... Às vezes os favoritos caem por serem belos e imponentes e chamarem toda atenção para si.
Att Leo Rocha
domingo, 1 de maio de 2011
Poema do caos
FRAGMENTO
"...Era a vida a explodir por todas as fendas da cidade
sob as sombras da guerra:
a gestapo a wehrmacht a raf a feb a blitzkrieg
catalinas torpedeamentos a quinta-coulna os fascistas os nazistas os
comunistas o repórter Esso a discussão na quitanda a querosene o
sabão de andiroba o mercado negro o racionamento o blackout as
montanhas de metais velhos o italiano assassinado na Praça João
Lisboa o cheiro de pólvora os canhões alemães troando nas noites de
tempestade por cima da nossa casa. Stalingrado resiste..."
(Ferreira gular)
E tudo segue como um rio em seu curso
Temerosas trombetas despertam o apocalipse...
E o mundo e sua lógica violenta
É desgovernada experiência...
O asfalto clama sua lei,
Mãos armadas, meninos-homens
Super-homens armados
Meros foras da lei
Mal alimentados
Quem faz a lei?
O rei? A burguesia? A demoniocracia?
Os homens maus fazem a lei..
A lei do asfalto...
A lei do predador e do predado...
Vai-te para longe de mim...
Lógica anormal, mundo irracional
Prefiro antes outros mundos...
Sou Stalingrad...
Resisto bravamente.
Homem temerário na esquina,
Meninos de rua,
Prostitutas semi-nuas
O asfalto é negro
Sobre ele pretos e brancos
O sangue é sempre vermelho e quente...
E quem faz essa lei?
Os homens maus fazem a lei...
Eu já não tenho leis
Sou Stalingrad...
Apenas resisto...
Resisto como tem resistido
A gente honesta...
Como resiste um bom marujo
A tormenta do mar impetuoso
Apenas resisto...
E por resistir
deveras existo!
Att Leo ROcha
"...Era a vida a explodir por todas as fendas da cidade
sob as sombras da guerra:
a gestapo a wehrmacht a raf a feb a blitzkrieg
catalinas torpedeamentos a quinta-coulna os fascistas os nazistas os
comunistas o repórter Esso a discussão na quitanda a querosene o
sabão de andiroba o mercado negro o racionamento o blackout as
montanhas de metais velhos o italiano assassinado na Praça João
Lisboa o cheiro de pólvora os canhões alemães troando nas noites de
tempestade por cima da nossa casa. Stalingrado resiste..."
(Ferreira gular)
E tudo segue como um rio em seu curso
Temerosas trombetas despertam o apocalipse...
E o mundo e sua lógica violenta
É desgovernada experiência...
O asfalto clama sua lei,
Mãos armadas, meninos-homens
Super-homens armados
Meros foras da lei
Mal alimentados
Quem faz a lei?
O rei? A burguesia? A demoniocracia?
Os homens maus fazem a lei..
A lei do asfalto...
A lei do predador e do predado...
Vai-te para longe de mim...
Lógica anormal, mundo irracional
Prefiro antes outros mundos...
Sou Stalingrad...
Resisto bravamente.
Homem temerário na esquina,
Meninos de rua,
Prostitutas semi-nuas
O asfalto é negro
Sobre ele pretos e brancos
O sangue é sempre vermelho e quente...
E quem faz essa lei?
Os homens maus fazem a lei...
Eu já não tenho leis
Sou Stalingrad...
Apenas resisto...
Resisto como tem resistido
A gente honesta...
Como resiste um bom marujo
A tormenta do mar impetuoso
Apenas resisto...
E por resistir
deveras existo!
Att Leo ROcha
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Amo-te
"Em algum lugar do tempo, nós ainda estamos juntos"
( Biquini Cavadão)
Amo-te como nunca acreditei que fosse possível amar.
Todos os minutos, todos os dias, meses e anos.
Pelos séculos ao decorrer da minha vida,
Pelas vidas durante a eternidade.
Amo-te nos poemas mais lindos...
Em todas as cartas de amor “ridículas”,
Tão bem escritas, mas que nunca tive coragem de enviar.
Amo-te no vento frio que me faz tremer,
Nas minhas solitárias e insones madrugadas.
Amo-te nos meus dias mais tristes.
Amo teus olhos, tua boca, teu jeito.
Amo tua alma... Que está entrelaçada a minha.
És o sonho nas noites de verão.
És a terra além do infindo azul do mar.
Em meio a tempestade me toma em teus braços, e ali,
Sou menino indefeso sobre teus carinhos.
És meu porto seguro,
És a vida em mim.
Amo-te em silêncio, no vazio de meu quarto,
Nos meus textos ainda inacabados,
Nas rosas que de tão belas se despetálam ao final da primavera,
E de vermelhas desfalecem pálidas com inveja de ti
Amo-te nas minhas orações a Deus.
Em tudo que existe, no que se foi, no porvir,
Em tudo amo-te.
Venero este amor, e tudo de bom que me traz a tona.
Att Leo Rocha
( Biquini Cavadão)
Amo-te como nunca acreditei que fosse possível amar.
Todos os minutos, todos os dias, meses e anos.
Pelos séculos ao decorrer da minha vida,
Pelas vidas durante a eternidade.
Amo-te nos poemas mais lindos...
Em todas as cartas de amor “ridículas”,
Tão bem escritas, mas que nunca tive coragem de enviar.
Amo-te no vento frio que me faz tremer,
Nas minhas solitárias e insones madrugadas.
Amo-te nos meus dias mais tristes.
Amo teus olhos, tua boca, teu jeito.
Amo tua alma... Que está entrelaçada a minha.
És o sonho nas noites de verão.
És a terra além do infindo azul do mar.
Em meio a tempestade me toma em teus braços, e ali,
Sou menino indefeso sobre teus carinhos.
És meu porto seguro,
És a vida em mim.
Amo-te em silêncio, no vazio de meu quarto,
Nos meus textos ainda inacabados,
Nas rosas que de tão belas se despetálam ao final da primavera,
E de vermelhas desfalecem pálidas com inveja de ti
Amo-te nas minhas orações a Deus.
Em tudo que existe, no que se foi, no porvir,
Em tudo amo-te.
Venero este amor, e tudo de bom que me traz a tona.
Att Leo Rocha
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Não te ter...
Vêm de encontro a mim o vento...
Os medos entram sem pedir licença,
Então é noite e no céu a lua...
Lua de quadras e formas
E tua boca nua...
Tua boca de desejos
Por vezes de silêncio
Inocentes meus olhos te fitam...
Te observam tristes
Cobiçando o que não se pode ter
Mas te olho com olhos de ladrão
De quem quer te roubar a todo instante
E todo instante é eterno quando não te roubo
Quando não te tenho e não te guardo...
Os medos entram sem pedir licença,
Então é noite e no céu a lua...
Lua de quadras e formas
E tua boca nua...
Tua boca de desejos
Por vezes de silêncio
Inocentes meus olhos te fitam...
Te observam tristes
Cobiçando o que não se pode ter
Mas te olho com olhos de ladrão
De quem quer te roubar a todo instante
E todo instante é eterno quando não te roubo
Quando não te tenho e não te guardo...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Poema dedicado.
As vezes o que há é um segundo de exitação
Capaz de de transformar o amor de uma vida
Num beijo não dado e esquecido
As vezes o que há é o medo e a escuridão
E tudo que gravita em torno de mim,
O que me atrai e o que se afasta
É meu universo em expansão
Tudo a minha volta é tênue e sereno...
Corpos que imagino tomam forma
Passaros migram para os trópicos...
Quisera eu poder buscar meus verões
Longe de teus braços....
Que sá, alçar vôos para países distantes...
Há idéias...
Sonhos que despencam como cometas
Cometas que galopam o universo,
Meu universo frio em expansão...
Meu pequeno quarto, inundado de minha imensurável solidão...
Estrelas cadentes...
Quisera eu despencar do além de maneira tão bela
Mas sou cavaleiro em noites eternas,
Meu universo de delírio em expansão...
O tempo...
Desfaz e espalha pessoas
feito poeira ao vento...
Algumas vezes passa rápido, n'outras é lento
Quisera eu ser como certos desejos,
Que se escondem em nós e não envelhecem
Meu universo jovem em constante formação.
Passaros migram, astros caem do infinito, estrelas nascem, outras morrem, o tempo escorre, pessoas sofrem, mãos me acenam quando partem, E Todos partem um dia...
Att Leo Rocha.
Capaz de de transformar o amor de uma vida
Num beijo não dado e esquecido
As vezes o que há é o medo e a escuridão
E tudo que gravita em torno de mim,
O que me atrai e o que se afasta
É meu universo em expansão
Tudo a minha volta é tênue e sereno...
Corpos que imagino tomam forma
Passaros migram para os trópicos...
Quisera eu poder buscar meus verões
Longe de teus braços....
Que sá, alçar vôos para países distantes...
Há idéias...
Sonhos que despencam como cometas
Cometas que galopam o universo,
Meu universo frio em expansão...
Meu pequeno quarto, inundado de minha imensurável solidão...
Estrelas cadentes...
Quisera eu despencar do além de maneira tão bela
Mas sou cavaleiro em noites eternas,
Meu universo de delírio em expansão...
O tempo...
Desfaz e espalha pessoas
feito poeira ao vento...
Algumas vezes passa rápido, n'outras é lento
Quisera eu ser como certos desejos,
Que se escondem em nós e não envelhecem
Meu universo jovem em constante formação.
Passaros migram, astros caem do infinito, estrelas nascem, outras morrem, o tempo escorre, pessoas sofrem, mãos me acenam quando partem, E Todos partem um dia...
Att Leo Rocha.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
cada poema é uma flor
Cada poema é uma flor,
não lhe mando flores ao acaso,
são flores que nasceram de mim
ou do jardim alheio que gostaria de ter plantado,
por isso sinta-os com carinho,
foram cuidadosamente colhidas...
ainda molhadas de orvalho...
( Leo Rocha )
não lhe mando flores ao acaso,
são flores que nasceram de mim
ou do jardim alheio que gostaria de ter plantado,
por isso sinta-os com carinho,
foram cuidadosamente colhidas...
ainda molhadas de orvalho...
( Leo Rocha )
Ao som dos tambores
" o que as paredes pichadas tem pra me dizer, o que os muros sociais tem pra me contar, porque aprendemos tão cedo a rezar, porque tantas seitas tem aqui o seu lugar"
( O Rappa )
Minha poesia vem a mim ritmada, marcada.
Como marchas de soldados valentes
Quando estão frente a massacrar os inocentes
Minha poesia é negra e astuta
Como eram velhas escravas,
Como são as novas putas
Recebo o poema como quem recebe uma ordem
Como o cristo recebeu a cruz,
Depois foi lhe dada a morte.
Meu verso é escuro, pichado, rabiscado no muro
Mas ainda assim, minha poesia é vida
Faz-me renascer em mim a cada verso que morro
Milagrosamente nasço n'outro
Porque minha poesia:
É salvação dos tolos
( L. ROcha )
( O Rappa )
Minha poesia vem a mim ritmada, marcada.
Como marchas de soldados valentes
Quando estão frente a massacrar os inocentes
Minha poesia é negra e astuta
Como eram velhas escravas,
Como são as novas putas
Recebo o poema como quem recebe uma ordem
Como o cristo recebeu a cruz,
Depois foi lhe dada a morte.
Meu verso é escuro, pichado, rabiscado no muro
Mas ainda assim, minha poesia é vida
Faz-me renascer em mim a cada verso que morro
Milagrosamente nasço n'outro
Porque minha poesia:
É salvação dos tolos
( L. ROcha )
Mensagem de aniversário
Enfim, durante meus vinte anos de "boy" nunca fui homem de meias palavras, tão pouco de festas e natais. O motivo? Bem... Festas e natais me deprimem, são épocas em que você encontra-se com todos os conhecidos que não lhe conhecem realmente e logo a comparação é inevitável. Sou levado a pensar em minha vida e esse é um hábito que evito cultivar, porque d'entre o infinito de escolhas que não fiz corro o risco de ficar obcecado pelos caminhos que não percorri.
Não canto, não danço, tão pouco sou aluno brilhante, fui bom filho e escrevo razoavelmente bem. Ao longo de minha vida a regularidade foi minha marca registrada, o que não vejo como mau negócio. No entanto, antes que comece a despertar o seu sentimento de pena, aviso que sofro de um grande problema: A auto-estima elevada e diria até, que de uma pitada de egoísmo. Afinal, poderia está escrevendo algo mais produtivo, mas prefiro perder tempo falando de mim.
Mesmo sem nenhuma qualidade gritante, pelos problemas já supracitados, sou levado a acreditar que estou acima de qualquer limite, capaz de realizar qualquer coisa. Confesso que, no momento, não disponho de uma fantasia legal como as usadas pelos Super-Heróis, com capa e a sunga por cima do colan, Exibindo toda a masculinidade e erotismo próprios da indústria capitalista de meados do século XX. Posso dizer que sou muito mais para a identidade pública dos Super-Heróis.
Não me causa surpresa alguma, o homem aranha parar um trem desgovernado salvando centenas de vidas, pelo simples fatos dele dispor de uma força sobrenatural e teias resistentes, também não é difícil o Super-Homem salvar a mocinha quando ela está caindo do prédio em chamas, o " cara" tem tudo! Essa regra serve para quase todos os fantásticos.
Mas fantástico mesmo, é o Peter Parker, ser aluno brilhante na faculdade, pagar as contas com um "salário de miséria", o qual ela recebe pelas fotos do homem Aranha e como se isso não fosse ruim o bastante, ele ainda disputa o amor da Mary Jane com um milionário, que ainda por cima, é seu melhor amigo. É... Isso deve ser bem mais difícil que salvar New York dos malfeitores.
Se já é difícil pessoas extraordinárias lidarem com problemas comuns, imaginem o contrário. Nós que temos de nos proteger da violência urbana sem sermos a prova de bala e conquistar nossas mulheres sem nenhum daqueles truques legais. Além de nos salvar, o que já é, sem dúvida muito difícil, ainda arrumamos tempo para salvar o mundo, para tanto só basta economizar água, cuidar das florestas, não poluirmos tanto, ir ao trabalho de bicicleta quando possível, ajudar uma ONG, ajudar o próximo, etc... Não precisamos de fantasia e super-poderes para sermos heróicos, só precisamos ser mais HUMANOS.
By LEO.
Não canto, não danço, tão pouco sou aluno brilhante, fui bom filho e escrevo razoavelmente bem. Ao longo de minha vida a regularidade foi minha marca registrada, o que não vejo como mau negócio. No entanto, antes que comece a despertar o seu sentimento de pena, aviso que sofro de um grande problema: A auto-estima elevada e diria até, que de uma pitada de egoísmo. Afinal, poderia está escrevendo algo mais produtivo, mas prefiro perder tempo falando de mim.
Mesmo sem nenhuma qualidade gritante, pelos problemas já supracitados, sou levado a acreditar que estou acima de qualquer limite, capaz de realizar qualquer coisa. Confesso que, no momento, não disponho de uma fantasia legal como as usadas pelos Super-Heróis, com capa e a sunga por cima do colan, Exibindo toda a masculinidade e erotismo próprios da indústria capitalista de meados do século XX. Posso dizer que sou muito mais para a identidade pública dos Super-Heróis.
Não me causa surpresa alguma, o homem aranha parar um trem desgovernado salvando centenas de vidas, pelo simples fatos dele dispor de uma força sobrenatural e teias resistentes, também não é difícil o Super-Homem salvar a mocinha quando ela está caindo do prédio em chamas, o " cara" tem tudo! Essa regra serve para quase todos os fantásticos.
Mas fantástico mesmo, é o Peter Parker, ser aluno brilhante na faculdade, pagar as contas com um "salário de miséria", o qual ela recebe pelas fotos do homem Aranha e como se isso não fosse ruim o bastante, ele ainda disputa o amor da Mary Jane com um milionário, que ainda por cima, é seu melhor amigo. É... Isso deve ser bem mais difícil que salvar New York dos malfeitores.
Se já é difícil pessoas extraordinárias lidarem com problemas comuns, imaginem o contrário. Nós que temos de nos proteger da violência urbana sem sermos a prova de bala e conquistar nossas mulheres sem nenhum daqueles truques legais. Além de nos salvar, o que já é, sem dúvida muito difícil, ainda arrumamos tempo para salvar o mundo, para tanto só basta economizar água, cuidar das florestas, não poluirmos tanto, ir ao trabalho de bicicleta quando possível, ajudar uma ONG, ajudar o próximo, etc... Não precisamos de fantasia e super-poderes para sermos heróicos, só precisamos ser mais HUMANOS.
By LEO.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Confissão
Linda, e eu me sinto enfeitiçado
Menina bonita,
O seu olhar é simplesmente lindo
Mas Também não diz mais nada
E então quero amar você
E depois, ir embora
Sem saber o porque...
(Rita Lee) Adaptado
Não há no mundo mistério indesvendável ou beleza que não se acabe ao bel prazer do tempo. E depois o que teremos? Nossos lençóis sujos de amor, meus braços sempre em volta de teu corpo, minha mão na caçada frenética pelo teu prazer, tua boca insaciável na esperança de um beijo eterno.
Quando todas as cortinas se fecham, e não há mais magia, nem truques, ainda ficarão gravados em nós, aqueles olhares que esperamos e foram desviados, as mãos estendidas e sem respostas, como também, estarão em nós, nossos olhares trocados em noites perfeitas, nossas mãos erguidas em busca da outra...
Serão sempre teus os versos meus e os que roubei cuidadosamente para ti, serão sempre minhas aquelas tardes escondidas e aquela dor... E assim caminharemos para os horizontes incertos, mas iremos lado a lado... E assim navegarei por teus olhos e atracarei em teus braços, não me esquecerei de ti nem nas maiores tormentas, em teu colo farei ninho.
Nem beirando a loucura, nem a morte procurarei o futuro que não seja ao teu lado... Ao observar na noite escura os astros flamejantes, lembrar-me-ei sempre de teus olhos na penumbra de meu quarto... Porque foi a ti que escolhi e sofri por escolher, por ti sangrei e vivi, e procurei em diversos lugares, onde tu não estavas, mas tu vieste a mim como um verso vem ao poeta, rápido e certeiro... Confesso, a ti confiei minha vida e meus segredos.
( Leo Rocha )
Menina bonita,
O seu olhar é simplesmente lindo
Mas Também não diz mais nada
E então quero amar você
E depois, ir embora
Sem saber o porque...
(Rita Lee) Adaptado
Não há no mundo mistério indesvendável ou beleza que não se acabe ao bel prazer do tempo. E depois o que teremos? Nossos lençóis sujos de amor, meus braços sempre em volta de teu corpo, minha mão na caçada frenética pelo teu prazer, tua boca insaciável na esperança de um beijo eterno.
Quando todas as cortinas se fecham, e não há mais magia, nem truques, ainda ficarão gravados em nós, aqueles olhares que esperamos e foram desviados, as mãos estendidas e sem respostas, como também, estarão em nós, nossos olhares trocados em noites perfeitas, nossas mãos erguidas em busca da outra...
Serão sempre teus os versos meus e os que roubei cuidadosamente para ti, serão sempre minhas aquelas tardes escondidas e aquela dor... E assim caminharemos para os horizontes incertos, mas iremos lado a lado... E assim navegarei por teus olhos e atracarei em teus braços, não me esquecerei de ti nem nas maiores tormentas, em teu colo farei ninho.
Nem beirando a loucura, nem a morte procurarei o futuro que não seja ao teu lado... Ao observar na noite escura os astros flamejantes, lembrar-me-ei sempre de teus olhos na penumbra de meu quarto... Porque foi a ti que escolhi e sofri por escolher, por ti sangrei e vivi, e procurei em diversos lugares, onde tu não estavas, mas tu vieste a mim como um verso vem ao poeta, rápido e certeiro... Confesso, a ti confiei minha vida e meus segredos.
( Leo Rocha )
casa
"Teu nome está perdido em alguma gaveta perfumada de passado"
( Ferreira Gullar) Adaptado
As vezes a gente quer voltar pra casa e não falar nada. tem dias que dá vontade de descobrir a máquina do tempo e deixar o corpo ir, se perder em algum lugar no meio da nossa história... Tenho saudade dos meus amigos, da época bonita que vivemos, tenho saudade de como eu era naquele tempo.
As vezes a gente quer voltar pra casa pra se sentir seguro, dormir nos mesmos lençóis limpos, sentir o mesmo cheiro de paz...
As vezes a gente dorme de janela aberta, na esperança que adentre um anjo vestido de luz, que nos ajude a mudar as coisas. È bom pensar que construímos nossos castelos a base de sonhos.
As vezes gente quer voltar pra casa porque acha que é lá que vamos encontrar alguma coisa pura que perdemos.
Às vezes a gente quer voltar pra casa pra sentar e chorar nossos mortos sós, deixar as idéias levitarem em torno de nós.
Att Leo Rocha
( Ferreira Gullar) Adaptado
As vezes a gente quer voltar pra casa e não falar nada. tem dias que dá vontade de descobrir a máquina do tempo e deixar o corpo ir, se perder em algum lugar no meio da nossa história... Tenho saudade dos meus amigos, da época bonita que vivemos, tenho saudade de como eu era naquele tempo.
As vezes a gente quer voltar pra casa pra se sentir seguro, dormir nos mesmos lençóis limpos, sentir o mesmo cheiro de paz...
As vezes a gente dorme de janela aberta, na esperança que adentre um anjo vestido de luz, que nos ajude a mudar as coisas. È bom pensar que construímos nossos castelos a base de sonhos.
As vezes gente quer voltar pra casa porque acha que é lá que vamos encontrar alguma coisa pura que perdemos.
Às vezes a gente quer voltar pra casa pra sentar e chorar nossos mortos sós, deixar as idéias levitarem em torno de nós.
Att Leo Rocha
sábado, 16 de abril de 2011
Menina
solidão, a noite sobre mim é densa...
ao longe estrelas, ao longe você...
tu que és brilho onde sou só treva
você sorriu, eu não sabia...
mas naquele momento nada mais me importava...
não me importava por exemplo
como se ergueram e permaneceram as piramedes
porque meu amor que nascia, resistiria mais...
menos ainda queria saber de coisa mais bela que teu sorriso
tal coisa não exitia ainda em meu mundo,
e todas as mazelas do mundo encontraram alento
em teu sorriso de paz...
voecê sorriu e eu não sabia o que fazer,
não lembrava quantas mulheres haviam amanhecido em minha cama,
foi sempre só você
você que anda longe...
se escondes de mim
me dá teu sorriso de presente
põe ele no céu, onde Deus pois o arco-iris
para que minha solidão não me doa tanto...
menina...
Att leo Rocha
ao longe estrelas, ao longe você...
tu que és brilho onde sou só treva
você sorriu, eu não sabia...
mas naquele momento nada mais me importava...
não me importava por exemplo
como se ergueram e permaneceram as piramedes
porque meu amor que nascia, resistiria mais...
menos ainda queria saber de coisa mais bela que teu sorriso
tal coisa não exitia ainda em meu mundo,
e todas as mazelas do mundo encontraram alento
em teu sorriso de paz...
voecê sorriu e eu não sabia o que fazer,
não lembrava quantas mulheres haviam amanhecido em minha cama,
foi sempre só você
você que anda longe...
se escondes de mim
me dá teu sorriso de presente
põe ele no céu, onde Deus pois o arco-iris
para que minha solidão não me doa tanto...
menina...
Att leo Rocha
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A arma
"... Não é a consciência do homem que determina sua classe social,mas sua classe social que determina sua consciência..."
( Marx )
Às vezes sou saudade, em despedidas constantes...
n'outras apenas solidão.
Há sempre dias de felicidades oscilando dentro do caos...
e o que me resta??
É a cadeira na varanda, as tardes nas redes...
um quarto cheio de memórias...
estamos sós, e há muito estamos,
mas não percebíamos,
agora a noite nos revela os segredos dos sonhos,
que de tão apressados não percebemos...
como um corte que não sangra, a dor nos surpreende,
como as perdas em vida se deram de maneira diferente
o que me resta?
Um livro empoeirado na estante,
rosas pálidas, um dia incerto em meio a toda vida
de onde virá a salvação ?
dos que crêem...?
Da cruz que carregamos todos os dias
Dos dias de luta e de glória,
mas a ordem é sempre a mesma,
não há tempo pra poesia,
o massacre é inevitável,
de que lado da arma você quer estar?
( Leo ROcha )
ler-te
Ler-te com meu toque trêmulo e mãos frias...
com a boca ansiosa e de olhos fechados
ler-te inocentemente como uma velha canção amiga
como verso simples poesia em prosa...
ler-te como uma estrela a se acender no meio da treva,
como um corpo a despencar para o infinito,
ler-te, como se lê um quadro abstrato
de formas estranhas sem procurar o significado, só a essência,
ler-te como fazem os cegos...
como um último dia apenas ler-te...
Att: leo Rocha
com a boca ansiosa e de olhos fechados
ler-te inocentemente como uma velha canção amiga
como verso simples poesia em prosa...
ler-te como uma estrela a se acender no meio da treva,
como um corpo a despencar para o infinito,
ler-te, como se lê um quadro abstrato
de formas estranhas sem procurar o significado, só a essência,
ler-te como fazem os cegos...
como um último dia apenas ler-te...
Att: leo Rocha
carta
Sinto que um dia te escreverei de longe, de uma ilha perdida no meio do pacífico sul ou num país distante, talvez Bali, Beirute, Botsuana. Talvez faça frio enquanto escrevo, ouvirei as gotas de chuva da nova estação e as janelas batendo, mas se for primavera lhe escreverei debaixo de uma arvore frondosa num dia florido. O certo é que ao escrever, suspirarei de saudade dos teus lindos olhos, de todo o nosso tempo junto. Nesse dia, desejarei morrer com a esperança de fiquemos juntos... Um dia você precisará de alguém, será uma época difícil e se lembrará de mim, e desejará que eu simplesmente apareça, para lhe dar um abraço, pode ser que eu volte ou pode ser que não, em ambas as hipóteses, sentira conforto em saber que existe alguém no mundo Inteiro que pode lhe oferecer paz, reviraremos noites inteiras pensando um no outro, fitaremos as mesmas estrelas de lugares distintos, assistiremos os mesmos programas e pensaremos em quando fazíamos tudo aquilo juntos...
att Leo Rocha
att Leo Rocha
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Outra vida
Espero que n'outra vida não ame tanto, mas que ame eternamente uma mulher. Quero encontrá-la em qualquer hora de qualquer dia, em qualquer lugar. Só que terá de ser amor à primeira vista, para que antes que eu feche meus olhos e a morte me venha como fato trágico e certo, conseqüência fatal da vida, seja ela também a minha última vista. E na hora triste do meu fim, segurarei as suas mãos geladas e trêmulas e lhe direi juras de amor eterno, enquanto lembrar-me-ei de nossos dias glamurosos e o quanto fomos felizes, dos lugares que conhecemos juntos, das manias, conversas, momentos que são só nosso e serão tudo que sobrará depois que eu me for. Então, olharei profundamente no mar fundo de seus lindos e indescritíveis olhos e recostarei o corpo frágil sobre seu colo, balbuciaremos juntos nossas últimas palavras e com uma jura incompleta emudecerei, em sono eterno.
Quero nascer e não enxergar problema algum em conviver comigo; sonhar muito, mas realizar mais; que tenha poucos amigos, porém verdadeiros e bons; quero noites de sono tranqüilo, no lugar das minhas incontáveis noites em claro; dias de chuva para que possa assistir a bons filmes debaixo do cobertor, tomando chocolate quente, e dias de Sol para que possa caminhar sozinho na areia da praia sentindo o mar beijar os meus pés, pensando no quanto eu sou feliz; quero ter uma festa de aniversário inesquecível aos dezoito, mas num sábado qualquer da vida quero dançar só em casa, descalço e no silêncio da sala quero curtir um pouco a minha loucura; ter dinheiro, mas só o suficiente; um conversível preto; um sítio longe de tudo onde eu possa descansar,plantar uma arvore, escrever um livro sobre quem fui e como me tornei o que sou, um lugar tranqüilo onde possa levar o meu filho para cavalgar nas férias de junho; um cachorro chamado Bob; entender de filosofia e religião; quero tocar um Rock'In Roll numa velha guitarra de adolescência aos quarenta, colocar brinco nos cinqüenta e fazer a primeira tatuagem aos sessenta, mostrar pra todo mundo que toda idade é pra ser feliz; Passar mais tempo realizando do que planejando; lançar moda que nem o Elvis; quero aquele gol aos quarenta e cinco do segundo tempo com a torcida indo a loucura, mas que nessa vida ficou só no quase; ir ao teatro; recitar Shakespeare; fazer cinema amador; passear de barco; perder o medo de avião; um domingo legal; quero que a África seja a nova potência do mundo, e sem rancor ensine-nos a como sorrir na dificuldade; que a fé una e não separe; quero deitar numa grama verde e lembrar da infância, quando ela já tiver passado; conseguir dizer a minha mãe o quanto eu a amo e ao meu pai como eu queria ser o homem que ele foi; tomar um porre na sexta depois do trabalho, fazer amor em vez de sexo, e as vezes sexo em vez de amor... Espero que n'outra vida envie as cartas de amor que vier a escrever, mesmo as manchadas de lágrimas, as mais belas; encontrar pessoas dessa vida, aquele cara que era legal mas nem conheci direito, aquela menina dos tempos de faculdade que não sei porque não me sai da memória; quero sorrir de felicidade; chorar de emoção; quero SER MAIS, porque de todas as conjugações possíveis do verbo ser a que mais me agrada é: " EU SOU"; SER MAIS FELIZ QUEM SABE...
BY Leo Hr: 03:26 de uma semana qualquer, um dia qualquer, uma vida qualquer...
Quero nascer e não enxergar problema algum em conviver comigo; sonhar muito, mas realizar mais; que tenha poucos amigos, porém verdadeiros e bons; quero noites de sono tranqüilo, no lugar das minhas incontáveis noites em claro; dias de chuva para que possa assistir a bons filmes debaixo do cobertor, tomando chocolate quente, e dias de Sol para que possa caminhar sozinho na areia da praia sentindo o mar beijar os meus pés, pensando no quanto eu sou feliz; quero ter uma festa de aniversário inesquecível aos dezoito, mas num sábado qualquer da vida quero dançar só em casa, descalço e no silêncio da sala quero curtir um pouco a minha loucura; ter dinheiro, mas só o suficiente; um conversível preto; um sítio longe de tudo onde eu possa descansar,plantar uma arvore, escrever um livro sobre quem fui e como me tornei o que sou, um lugar tranqüilo onde possa levar o meu filho para cavalgar nas férias de junho; um cachorro chamado Bob; entender de filosofia e religião; quero tocar um Rock'In Roll numa velha guitarra de adolescência aos quarenta, colocar brinco nos cinqüenta e fazer a primeira tatuagem aos sessenta, mostrar pra todo mundo que toda idade é pra ser feliz; Passar mais tempo realizando do que planejando; lançar moda que nem o Elvis; quero aquele gol aos quarenta e cinco do segundo tempo com a torcida indo a loucura, mas que nessa vida ficou só no quase; ir ao teatro; recitar Shakespeare; fazer cinema amador; passear de barco; perder o medo de avião; um domingo legal; quero que a África seja a nova potência do mundo, e sem rancor ensine-nos a como sorrir na dificuldade; que a fé una e não separe; quero deitar numa grama verde e lembrar da infância, quando ela já tiver passado; conseguir dizer a minha mãe o quanto eu a amo e ao meu pai como eu queria ser o homem que ele foi; tomar um porre na sexta depois do trabalho, fazer amor em vez de sexo, e as vezes sexo em vez de amor... Espero que n'outra vida envie as cartas de amor que vier a escrever, mesmo as manchadas de lágrimas, as mais belas; encontrar pessoas dessa vida, aquele cara que era legal mas nem conheci direito, aquela menina dos tempos de faculdade que não sei porque não me sai da memória; quero sorrir de felicidade; chorar de emoção; quero SER MAIS, porque de todas as conjugações possíveis do verbo ser a que mais me agrada é: " EU SOU"; SER MAIS FELIZ QUEM SABE...
BY Leo Hr: 03:26 de uma semana qualquer, um dia qualquer, uma vida qualquer...
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Comentários a respeito do amor.
Fragmento
É uma sensação que não passa, que me faz ser viciado em você e em tudo aquilo que diz respeito a você, que me faz querer ignorar todos os seus defeitos, que me faz perdoar todos os seus pecados, é essas sensação que os mortais batizaram de amor e que os imortais invejam.
Um termo impossivél de traduzir, que não canso de escrever, o primeiro e último pensamento do dia, algo que faz a vida valer a pena, que transfora todo clichê em inovação, por isso que ainda te escrevo poemas e te mando flores, porque o amor consegue ser atemporal, consegue ultrapassar o tempo e é capaz de fazer todo momento passageiro se tornar eterno.
Bendito são aqueles que amam e vêem no amor uma entrega sem volta, um sonho que por mais irreal que pareça, precisa ser sonhado, Por isso ligam de madrugada para ouvir a voz amada, se sensibilizam com o sofrimento alheio, deixam de ser um para serem dois, pois só assim são completos.
Quando só, meus pensamentos vôam longe... E no escuro do quarto, te amo em silêncio.
Não há entre o céu e os mares, florestas e vales, algo mais imsenso do que meu amor. Mas hoje eu sei o que antes eu não sabia, é melhor que se perca, antes que se quebre.
( Leo Rocha )
É uma sensação que não passa, que me faz ser viciado em você e em tudo aquilo que diz respeito a você, que me faz querer ignorar todos os seus defeitos, que me faz perdoar todos os seus pecados, é essas sensação que os mortais batizaram de amor e que os imortais invejam.
Um termo impossivél de traduzir, que não canso de escrever, o primeiro e último pensamento do dia, algo que faz a vida valer a pena, que transfora todo clichê em inovação, por isso que ainda te escrevo poemas e te mando flores, porque o amor consegue ser atemporal, consegue ultrapassar o tempo e é capaz de fazer todo momento passageiro se tornar eterno.
Bendito são aqueles que amam e vêem no amor uma entrega sem volta, um sonho que por mais irreal que pareça, precisa ser sonhado, Por isso ligam de madrugada para ouvir a voz amada, se sensibilizam com o sofrimento alheio, deixam de ser um para serem dois, pois só assim são completos.
Quando só, meus pensamentos vôam longe... E no escuro do quarto, te amo em silêncio.
Não há entre o céu e os mares, florestas e vales, algo mais imsenso do que meu amor. Mas hoje eu sei o que antes eu não sabia, é melhor que se perca, antes que se quebre.
( Leo Rocha )
Não menos que o Infinito
Dá-me tua mão para que não tema a noite escura.
Acredita em meus sonhos... pois neles tu habitas
Constroi-te e edifica-te em mim...
Em meu eu que já não sabe ser só meu eu
Meu eu que agora é tão seu...
Fita teus olhos nos meus,
Para que possas entender o que eu digo,
E me diz que tudo vai acabar bem,
...
E tudo entre nós há de ser...
Não menos que infinito...
Dá-me tua boca para que me cale...
Emudecerei, como emudecem os segredos,
Me conta tuas histórias,
Me deixa te ver dormir...
Porque com você meu mundo é melhor
Porque só sei ser feliz no eu sorriso
...
E tudo entre nós há de ser
Não menos que o infinito...
Dá-me um carinho,
E te dou uma ponte que me liga a ti
Te escondo em mim...
Num lugar só meu...
Que tem teu cheiro, teu gosto, misturado com o meu...
...
E tudo entre nós há de ser
Não menos que o infinito
Dá-me teu nome,
E farei dele minha oração,
Dá-me um lugar em tua vida
E desse lugar nascerá minha nação
Dá-me um motivo
E por ele morrerei...
Dá-me teu abraço
E Por ele Retornarei.
E tudo há de ser sempre lindo
Há de ser, não menos que o infinito...
( Leo Rocha )
Acredita em meus sonhos... pois neles tu habitas
Constroi-te e edifica-te em mim...
Em meu eu que já não sabe ser só meu eu
Meu eu que agora é tão seu...
Fita teus olhos nos meus,
Para que possas entender o que eu digo,
E me diz que tudo vai acabar bem,
...
E tudo entre nós há de ser...
Não menos que infinito...
Dá-me tua boca para que me cale...
Emudecerei, como emudecem os segredos,
Me conta tuas histórias,
Me deixa te ver dormir...
Porque com você meu mundo é melhor
Porque só sei ser feliz no eu sorriso
...
E tudo entre nós há de ser
Não menos que o infinito...
Dá-me um carinho,
E te dou uma ponte que me liga a ti
Te escondo em mim...
Num lugar só meu...
Que tem teu cheiro, teu gosto, misturado com o meu...
...
E tudo entre nós há de ser
Não menos que o infinito
Dá-me teu nome,
E farei dele minha oração,
Dá-me um lugar em tua vida
E desse lugar nascerá minha nação
Dá-me um motivo
E por ele morrerei...
Dá-me teu abraço
E Por ele Retornarei.
E tudo há de ser sempre lindo
Há de ser, não menos que o infinito...
( Leo Rocha )
quarta-feira, 30 de março de 2011
Nostalgia
Como foi dificil crescer, difícil e ao mesmo tempo lindo e maravilhoso. As pessoas que o tempo me levou e outras que nem o tempo conseguiu apagar, que saudade de todas elas, saudade do abraço de minha mãe... do sorriso de meu pai... porque são nesses momentos que sinto como se o tempo nunca tivesse passado... Não é que não queira envelhecer, queria só de tempos em tempos poder voltar e reencontar todo mundo, saber como nós eramos e todos os absurdos que defendiamos com a maior convicção.
Como era bom, escolher um lugar e ir sem destino, sem direção... ser surpreendido com uma tarde de sol e não estar preso num escritório como uma gravata no pescoço tal qual a corda do carrasco... que saudade dos meus são joãos dos tempos de menino, de namorar escondido, de amar em segredo... hoje não sei mais amar em segredo... deixei de ser tímido para ser simplesmente indiferente.
Um paragrafo a parte para meus amigos, quanto a isso não posso reclamar, a vida me deu os melhores amigos que alguem pode ter e não cansa de me presentear... com quantos eu me aventurei, com quantos eu me confidenciei, sorri e chorei... eu realmente amo todos vocês...
Meus professores minhas lições, as canções que embalaram minha vida... não canso de criar videos clipes, com toda minha trajetória, que não é porque é minha, mas é linda... um filme desses com direito a muita emoção e romance, onde nem sempre fui o mocinho, nem sempre me dei bem, mas no final das somas fui feliz...
Att Leo Rocha
Como era bom, escolher um lugar e ir sem destino, sem direção... ser surpreendido com uma tarde de sol e não estar preso num escritório como uma gravata no pescoço tal qual a corda do carrasco... que saudade dos meus são joãos dos tempos de menino, de namorar escondido, de amar em segredo... hoje não sei mais amar em segredo... deixei de ser tímido para ser simplesmente indiferente.
Um paragrafo a parte para meus amigos, quanto a isso não posso reclamar, a vida me deu os melhores amigos que alguem pode ter e não cansa de me presentear... com quantos eu me aventurei, com quantos eu me confidenciei, sorri e chorei... eu realmente amo todos vocês...
Meus professores minhas lições, as canções que embalaram minha vida... não canso de criar videos clipes, com toda minha trajetória, que não é porque é minha, mas é linda... um filme desses com direito a muita emoção e romance, onde nem sempre fui o mocinho, nem sempre me dei bem, mas no final das somas fui feliz...
Att Leo Rocha
terça-feira, 29 de março de 2011
esquecer...
esqueci de te dizer que te vi linda...
como esqueci que me esquecestes...
como é triste não lembrar...
de tudo que fomos e hoje não somos...
esqueci de te dizer que não te esqueceria numa vida
como não pude esquecer o mar que vi quando menino
não pode o homem esquecer algo maior...
algo como amar...
esqueci de enviar as cartas,
que não esqueci de escrever
esqueci de como te achei,
mas nunca de como foi te perder
esqueci de esquecer...
esqueci tanta coisa...
e outras não esqueci
como era seu cabelo beijando seu rosto
como tua boca era macia...
como tua pele colava na minha
como era ser um...
esqueci tanta coisa...
mas essas não esqueci...
Att Leo Rocha
como esqueci que me esquecestes...
como é triste não lembrar...
de tudo que fomos e hoje não somos...
esqueci de te dizer que não te esqueceria numa vida
como não pude esquecer o mar que vi quando menino
não pode o homem esquecer algo maior...
algo como amar...
esqueci de enviar as cartas,
que não esqueci de escrever
esqueci de como te achei,
mas nunca de como foi te perder
esqueci de esquecer...
esqueci tanta coisa...
e outras não esqueci
como era seu cabelo beijando seu rosto
como tua boca era macia...
como tua pele colava na minha
como era ser um...
esqueci tanta coisa...
mas essas não esqueci...
Att Leo Rocha
quarta-feira, 9 de março de 2011
Poema de carnaval
Estou certo amigo, que deixo contigo meu abraço sincero...
Meu olhar perdido numa dessas curvas do destino...
E essa sombra que não aceito estar em mim,
Meu sorriso que ainda estar por vir...
Deixo contigo, para que também possas sorrir...
E depois dos confetes, lá vamos nós há nos equilibrar...
Caminhando um passo de cada vez...
Levando o peso da noite, dá noite que termina só...
Quando o véu da aurora se põe sobre nós...
Inévitável como um sorriso que nos cativa...
E depois dos confetes do carnaval que acaba em cinzas...
Renascemos para a vida outra vez...
E meus olhos se perdem,
É hora de tirar a fantasia...
O carnaval chegou ao fim...
( Leo Rocha )
Meu olhar perdido numa dessas curvas do destino...
E essa sombra que não aceito estar em mim,
Meu sorriso que ainda estar por vir...
Deixo contigo, para que também possas sorrir...
E depois dos confetes, lá vamos nós há nos equilibrar...
Caminhando um passo de cada vez...
Levando o peso da noite, dá noite que termina só...
Quando o véu da aurora se põe sobre nós...
Inévitável como um sorriso que nos cativa...
E depois dos confetes do carnaval que acaba em cinzas...
Renascemos para a vida outra vez...
E meus olhos se perdem,
É hora de tirar a fantasia...
O carnaval chegou ao fim...
( Leo Rocha )
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Fragmento
" Quero uma droga que me devolva o sono,
No sono o sonho...
De acordar como quem nunca houvera dormido."
( Leo Rocha )
No sono o sonho...
De acordar como quem nunca houvera dormido."
( Leo Rocha )
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
crônica
O homem que não sabia chorar.
Andava com passos apressados, havia passado o dia no escritório e tinha medo de perder mais alguma coisa. A gravata o sufocava, os sapatos o incomodavam, mesmo fora do trabalho se sentia sobrecarregado. Mas não havia problema, era uma sexta à noite e, como toda sexta precede ao sábado, ele poderia relaxar, tomar um chope talvez... O pessoal do trabalho o ignorara, ele sempre foi o estranho, o caladão, o que usa óculos, mas isso não impediria o seu chope, suas sextas à noite poderiam ser muito interessantes sem o happy hour. Não, estar com os colegas de trabalho seria maçante, seria o comum, ele estava precisando de algo diferente, uma coisa realmente desafiadora, uma aventura fora do casamento talvez... Seu casamento ia mal e ela não saberia.
Seguiu como num plano perfeito, tirou a aliança, pegou um táxi e se dirigiu para a zona sul. Depois de caminhar um pouco imaginando mil situações, escolheu uma boate, não a melhor, queria ser discreto e ter a certeza de que estava num lugar que jamais voltaria. Entrou, todas aquelas luzes, aquela música, era como se estivesse entrando em um mundo novo, como se por alguns instantes pudesse resgatar os últimos dez anos perdidos em meio a papéis e encanamentos domésticos fracassados, mas não durou muito e logo o clima de magia se desfez. Relutou consigo, aquilo não era ele, boa parte do fracasso de seu casamento se devia a ele, ele envelhecera mais que o devido, ele não quisera dar filhos à esposa quando ela era fértil. A vida havia sido cruel com sua mulher, aquela doença havia corroído toda a sua fertilidade e com a fertilidade foi-se também toda a felicidade, não só a dela, mas a dele também, ela o culpava por não a ter lhe dado filhos. Embora nunca tenha dito nada, aquele olhar sempre o acusara, ela recusava-se a se deitar, como se o prazer houvesse se afastado do sexo junto com a reprodução, e no fundo ele se culpava também, sempre preocupado com as contas, sempre esperando um momento melhor, que até então nunca viera. Mas ela não o deixava, se arrastava junto a ele e consigo trazia a infelicidade de uma árvore seca. Decidiu voltar, já era tarde. Havia mãos por toda parte, em varias parte do seu corpo e principalmente nos seus bolsos. Em lugares como aquele, as mulheres são verdadeiras caçadoras e ele, por hora, era a presa. Tentou sair, mas a timidez o dominou, decidiu meio sem jeito ficar mais um pouco. Não faria mal, ficou e depois de muito relutar, conseguiu se soltar daqueles tentáculos, mas não ileso, já era pelas tantas e 3 garrafas de champanhe haviam passado pela mesa, e a conta o deixara sem dinheiro nem para o táxi.
Já era tarde, teria de atravessar a cidade a pé. Então nosso Ulisses iniciou uma verdadeira caminhada épica de volta pra casa, com direito a todos os perigos que a noite traz. Não andara nem dois quarteirões e já havia sido assaltado três vezes, primeiro lhe levaram o celular, depois os sapatos e por último o terno com aquela maldita gravata que o sufocava. Mas, no fim das contas, há quanto tempo que não se arriscava tanto, realmente essa noite havia sido sua maior aventura nos últimos dez anos. Não podia deixar de perceber, as peculiaridades da noite. É na noite que os animais mais sujos vagam como fantasmas arrastando suas correntes, perdeu a conta de por quantas garotas de programas passou, pegas, acidentes, mortos... Tudo em questão de horas, e quantas janelas acesas, namorados, poetas, suicidas, todos à espera de algo que ele não sabia o que era, mas que também lhe fazia falta, viu varias tribos, os chapados, os velozes, os hippies, os músicos, os baderneiros, os abandonados, e ele, “o exército de um homem só”. O Homem que insistia em estar de pé, que não tinha a cavalaria, que nascera sem charme, sem sorte, sem dinheiro, o mais mortal dos mortais.
Depois de algumas horas, estava chegando em casa cansado, não sabia que desculpa daria, mas não importava, não havia maneira dela o desprezar mais. Eram apenas dois desconhecidos dividindo o mesmo teto, não se reconheciam mais. Mas havia algo estranho, a rua estava muito movimentada àquela hora, era tarde e muitas pessoas estavam na porta de seu prédio, viu luzes em cima dos carros pensou ser a polícia, mas ao chegar mais perto, viu que era uma ambulância e quando, enfim chegou, viu o motivo de tanto tumulto: era sua esposa estirada no chão, usando a melhor camisola, estava maquiada, parecia ter se preparado para aquilo, a imagem do corpo o chocou, mas logo pensou que ato de covardia ela havia tido, lhe deixara só, não teve coragem de viver com a infelicidade que ambos criaram e agora o deixara de modo abrupto e definitivo, não sentiu pena, nem remorso, pelo contrario irou-se. Não sabia chorar, não chorara no acidente que levou seus pais, não chorara quando perdeu a vaga no time de colégio, não chorara quando perdeu o emprego ou quando ganhou uma promoção, apenas não sabia chorar, dizem que não chorara nem quando nasceu, quando criança, pensaram que ele era mudo e só veio a dizer as primeiras palavras aos sete anos (mas sobre essas informações não há prova de veracidade). Perguntou ao médico dos primeiros socorros o que havia acontecido, e foi informado que ela havia saltado do terraço 12° andar. Subiu as escadas, ela não tinha o direito de fazer isso com ele pensava, as pessoas o condenariam, agora estava mais só do que nunca, covarde! Covarde! Covarde! Insistia, tinha de tê-lo levado também, não por amor como Romeu e Julieta, mas por lealdade a tantos anos de infelicidade juntos, mas isso não ficaria assim, ela não se sairia tão bem, não seria tão fácil assim se livrar dele.
Entrou na cama, pegou um velho 38 que pertencera ao seu pai, engatilhou e antes de sair encontrou Alfredo, o pinscher que ele odiava, mas ela durante anos insistia em criar e amar, sim ela amava mais aquele cachorro do que a ele, ele havia sobrevivido por puro desprezo, mas o cão havia sido poupado por amor, ela amava aquele cão mais do que tudo, mas logo estariam juntos e o primeiro disparo da noite foi feito em Alfredo.
Desceu o corpo já estava sendo retirado, atravessou a rua já era manha a padaria estava aberta, entrou e disparou 5 tiros contra aquele padeiro gordo que sempre o preteria com relação aos outros clientes, as pessoas corriam sem entender o que estava acontecendo. Regozijou-se naquela sensação, se não o amavam pelo menos agora o temiam. Sentou no balcão e não demorou muito o local estava infestado de policia, mas ele não se entregaria, queria ser um mártir, as pessoas se perguntariam porque o homem do 321 atirou no padeiro, e isso para alguns iria parecer loucura, mas intrigaria a outros e diriam que ele era um assassino, um messiânico, um revolucionário, um matador de padeiros. Riu consigo mesmo, pensariam que a morte do padeiro está diretamente relacionada com a morte da mulher, dirão que eles eram amantes e, embora lhe sobrasse o papel de marido traído, não o culpariam pela morte dela, ele apenas tinha lavado sua honra com sangue.
A policia tentou dominá-lo, mas ele descarregou o 38 contra os homens da lei e eles revidaram na mesma moeda, dizem que antes de morrer ele chorou de alegria (mas também não se pode atestar a veracidade dessa informação). No outro dia noticiou-se no jornal: “marido traído mata amante padeiro!” Mas a grande manchete do dia foi: “ pinscher tem recuperação milagrosa depois de ser baleado”.
Att Leonam Rocha
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